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Estudantes de Direito da Unemat conhecem Memorial Eleitoral e participam de sessão plenária do TRE-MT

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Estudantes do 1° e 9º semestre de Direito da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) de Cáceres participaram de uma visita guiada ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), nesta quarta-feira (11.06). Ao todo, participaram 39 estudantes. O início foi marcado pela sessão plenária e ao final ocorreu a visita ao Memorial Eleitoral e Depósito de Urnas. A iniciativa faz parte do programa Voto Consciente, promovido pela Escola Judiciária Eleitoral (EJE-MT). 

Durante o início da sessão eleitoral, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, além de saudar a turma de estudantes, revelou que Oliveira já foi seu aluno na Unemat quando ela atuou como professora. “É uma imensa honra contar com a presença dos estudantes da Unemat de Cáceres, onde fui professora do professor que acompanha a turma hoje”. A desembargadora também destacou o papel e o trabalho da universidade. 

“É muito importante essa interação dos alunos de vivenciar o Direito Eleitoral na prática, estendendo aquilo que eles aprendem em sala de aula para a aplicação prática. Não tenho dúvida alguma que é enriquecedora para a vida profissional futuramente”, explicou o professor José Renato Oliveira, que ministra a disciplina de Direito Eleitoral e acompanhou a turma. 

Para a estudante Camila Eduarda, de 22 anos, estudante do 9º semestre de Direito a experiência foi, em suas palavras, “totalmente diferente, mas ao mesmo tempo muito satisfatória”. Para ela, isso expande o processo de aprendizado e vai além do âmbito da sala de aula ao poder ver na prática o funcionamento. “A gente tem uma noção maior do que faria e do que não faria, do que gostou mais, então é uma inspiração ver os desembargadores, analistas, procurador e o advogado que fez a sustentação oral”, explicou. Ela revelou que essa foi a primeira vez assistindo uma sessão eleitoral e que pretende seguir por esse caminho ao se formar. 

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Já para o estudante, Lucas Alencar dos Santos, de 25 anos, do 1º semestre, a experiência foi gratificante e mostrou novos horizontes do Direito. “A gente consegue ter a visão do procurador, do advogado, dos desembargadores e também ter a noção de como é um julgamento eleitoral. Porque o julgamento penal é o mais comum, agora eleitoral é diferente. Foi um aprendizado até para novos horizontes, concurso público para tribunal, eu achei bem interessante”, explicou. 

História

Após a sessão plenária, a turma conheceu também o Memorial da Justiça Eleitoral, espaço reservado à história da democracia com documentos e artefatos raros, bem como o depósito de urnas, em que puderam tirar dúvidas e compreender como funciona a urna eletrônica. Além disso, os estudantes receberam um exemplar da revista Democrática, produzida pelo Tribunal e foram convidados a publicarem seus trabalhos como artigos de Direito Eleitoral na revista. 

O estudante, Lucas Lemuel, de 27 anos, também do 9º semestre explicou que essa foi uma oportunidade de entender na prática como funciona o Direito Eleitoral. Assim como para Eduarda, essa foi a primeira vez que o estudante  assistiu uma sessão plenária. Apesar de revelar que não pretende atuar no ramo do Direito Eleitoral, ele demonstrou entusiasmo ao falar sobre como uma possibilidade da advocacia. 

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Essa foi mais uma ação coordenada pela EJE-MT, que visa instruir estudantes e ampliar a consciência política e democrática do eleitorado do estado. Para fazer uma visita guiada no Tribunal, basta entrar em contato com a EJE-MT pelo número  (65) 3362-8000 e verificar a disponibilidade. O espaço é aberto para todos os públicos e a visita guiada é voltada diretamente para estudantes e universitários. 

Texto por: Maryelle Campos (Supervisão Daniel Dino)

1/ Galeria de imagens

#DescriçãodaImagem: A imagem mostra os estudantes em frente ao plenário juntos dos desembargadores e a presidente do TRE-MT.

Fonte: TRE – MT

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Novo equipamento da Politec acelera análises de vestígios de crimes sexuais

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Novo equipamento de alta tecnologia foi destinado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para acelerar as análises periciais de DNA forense de crimes sexuais feitas pela instituição.

Denominado QIAcube Connect, o aparelho realiza a extração diferencial, que consiste na separação da mistura de DNA contido nas células espermáticas do DNA presente no corpo da vítima da qual foi realizada a coleta para exames.

Na prática, isso significa que mais amostras genéticas serão processadas em menos tempo, com menos ocorrência de erros humanos e menos chance de contaminações decorrentes de manipulação, agilizando assim a emissão de laudos periciais.

O investimento em tecnologias para o processamento de amostras de crimes sexuais é peça vital no enfrentamento à violência contra a mulher, através da obtenção de evidências forenses, as quais são essenciais para a investigação, condenando agressores e inocentando os não envolvidos.

A obtenção de um perfil genético a partir de vestígios criminais é o objetivo final do processamento laboratorial realizado pela Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense, sendo que diversas etapas anteriores, técnicas e equipamentos são necessários.

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Conforme a coordenadora de perícias de Biologia Molecular, Rosângela Ventura, antes, o procedimento de lavagem diferencial era feito manualmente, o que restringia a capacidade de processamento de apenas de quatro a seis amostras por vez. “Este método demanda várias horas de trabalho e a supervisão constante de um perito forense com destreza e habilidade para a realização do método. A implementação do equipamento permite o processamento de 12 amostras em apenas 90 minutos, sem a necessidade de supervisão constante por um profissional. Essa automação não apenas reduz significativamente o tempo necessário para análise, mas também minimiza as chances de erros”, explicou a perita.

Rosângela pontua, ainda, que foram observados uma redução substancial no tempo de processamento das amostras de crimes sexuais, encurtando-o em até três horas, além de resultados de alta qualidade.

“Cerca de 300 amostras processadas no laboratório são de vestígios de crimes sexuais. Sendo assim, quando falamos de ganho de três horas com o suporte do equipamento, que antes era limitada pelo trabalho humano, nós estamos falando de ampliar essa tecnologia para toda a nossa demanda relacionada aos vestígios de crimes sexuais que possam conter material espermático, que representa a maioria das nossas buscas por DNA no setor”, analisou.

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O equipamento teve o custo de cerca de R$ 250 mil e foi adquirido com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.

Fonte: Governo MT – MT

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