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Expediente presencial em Campinápolis está suspenso nesta 2ª; atendimento online mantido

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O expediente presencial na Comarca de Campinápolis (a 658 km a leste de Cuiabá) está suspenso nesta segunda-feira (19 de setembro) em virtude da falta de internet e telefone. A determinação está expressa na Portaria N. 36/2022-DF, que informa que o problema teve início às 7h50 de hoje ocasionando a falta de acesso à internet, pastas de rede, sistemas internos e telefone.
 
Todos os(as) servidores(as) realizarão seus trabalhos na modalidade home office até o final do expediente, conforme previsto na Portaria.
 
De acordo com o documento, chamado foi aberto junto à operadora responsável solicitando reparo.
 
Atendimentos podem ser feitos pelos canais de contato:
 
– Vara Única/Juizado Especial: E-mail: [email protected] ou Whatsapp (65) 9244-6685
 
– Central de Administração: [email protected]
 
– Central de Arquivamento: [email protected]
 
– Central de Distribuição: [email protected]
 
– Gabinete: [email protected] ou Whatapp (66) 3437 17 26
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Polícia Civil prende homem que usava nome falso há 10 anos

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A Polícia Civil prendeu, nessa sexta-feira (29.5), em Pontes e Lacerda, um homem, de 51 anos, que estava vivendo com um nome falso há 10 anos.

O caso teve início após uma denúncia da Polícia Federal. Acompanha de agentes da PF, uma equipe da Delegacia de Pontes e Lacerda foi até uma oficina mecânica no bairro Nossa Senhora Aparecida, onde o suspeito estava trabalhando.

No local, o suspeito foi encontrado e questionado. A princípio, ele informou o nome falso, com o qual ele até mesmo já cumpria uma pena em regime aberto por tráfico de drogas, e entregou uma Carteira de Habilitação com esses dados.

Porém, quando os policiais falaram seu nome verdadeiro, ele confirmou a falsidade e disse que o motivo era que possuía pendências na Justiça (também por tráfico de drogas) com o nome real e, por isso, criou uma nova identidade há cerca de 10 anos.

O investigado não informou onde conseguiu confeccionar os documentos, mas afirmou ter sido em Teresina (PI) e que pagou, à época, R$ 15 mil.

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Ele e todos os documentos falsos foram encaminhados para a delegacia, onde o caso foi registrado como falsidade ideológica.

Fonte: Governo MT – MT

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