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Eleições 2022

Gilberto Figueiredo afirma que novos hospitais vão gerar cerca de 10 mil vagas de emprego

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MATO GROSSO

De acordo com o candidato a deputado estadual, trabalhará para a realização de capacitação e concurso público para preenchimento das vagas

O candidato a deputado estadual pelo União Brasil, Gilberto Figueiredo, garantiu que os seis novos hospitais de Mato Grosso fornecerão juntos cerca de 10 mil vagas diretas e indiretas de emprego para a população em diversas áreas. As obras de construção das unidades já estão em andamento.

“Para funcionar os seis hospitais, nós vamos demandar aproximadamente 10 mil profissionais da área de gestão, de controle, da saúde. São vagas para médicos, técnicos de enfermagem, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e praticamente todos os profissionais da área da saúde. Então fazemos esse chamamento para que todos se preparem para ocupar uma dessas grandes oportunidades que o mercado de trabalho terá”, afirma.

Gilberto Figueiredo | Fotos: Marcus Mesquita

 

As unidades estão sendo construídas nos municípios de Cuiabá, Alta Floresta, Confresa, Tangará da Serra e Juína – municípios que foram escolhidos estrategicamente, devido à dificuldade dos moradores de conseguirem atendimento de alta e média complexidade. 

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Gilberto Figueiredo destaca que a iniciativa para a construção das unidades integra o plano de políticas públicas do Governo de Mato Grosso, por meio do trabalho desenvolvido em sua gestão na SES-MT, voltados à melhoria da rede assistencial de saúde e ao desenvolvimento social e geração de emprego e renda no Estado.

“Mato Grosso é o único estado nesse momento a construir seis grandes hospitais. Mas esse não é um assunto ligado só à saúde, isso tem a ver com geração de emprego e renda para nossa população. Quando idealizamos esses projetos para a construção desses hospitais, nós sabíamos também que estariam impactando o mercado de trabalho”, esclarece Gilberto.

De acordo com Gilberto, na Assembleia Legislativa, vai trabalhar para garantir que essas vagas sejam preenchidas com celeridade. “A realização de concursos públicos e capacitação serão algumas das bandeiras que iremos defender com afinco no legislativo”, apontou.

Está em andamento a construção do Hospital Central, do novo Hospital Universitário Júlio Muller, dos Hospitais Regionais de Alta Floresta, Confresa, Juína e Tangará da Serra, além da reforma de todas as unidades de saúde do Estado.

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Fonte: Eleições 2022

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MATO GROSSO

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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