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Governador empossa membros de diretores e de conselho da Jucemat

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O governador Mauro Mendes empossou o Colégio de Vogais da Junta Comercial do Estado de Mato Grosso (Jucemat), na tarde desta segunda-feira (30.08), no Palácio Paiaguás. O conselho recebeu 14 novos titulares, 14 novos suplentes e um novo vice-presidente.

Para o governador, é essencial aprimorar a eficiência do órgão público e a Jucemat é um exemplo de mudanças positivas na instituição pública.

“É nossa obrigação trabalhar esse pilar da eficiência tanto na arrecadação, quanto também no pilar da aplicação do dinheiro. É por isso que, nos últimos anos, Mato Grosso é o Estado brasileiro que tem o maior volume de investimento em relação à sua receita. Eficiência é isso e é o que nós obtemos cada vez mais com a Junta Comercial. Eu deixo a meta para que seja a melhor Junta do país na próxima gestão”, ressaltou o governador.

O secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado (Sedec), César Miranda, destacou o trabalho realizado pela Junta Comercial dando destaque à atuação do órgão no cenário econômico do Estado.

“A Jucemat é motivo de orgulho para os mato-grossenses. Os novos empossados são a continuidade de um trabalho grandioso que vem sendo feito, facilitando a vida de empreendedores e contribuindo fortemente com o desenvolvimento de Mato Grosso e promovendo um ambiente favorável ao crescimento econômico”, afirmou o secretário.

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O presidente da Jucemat, Manoel Lourenço, relembrou que, ao tomar posse, a Jucemat era o órgão com mais reclamações de eficiência e que esse histórico tem mudado com modernizações implementadas.

“Assumimos a missão. Nós implantamos o Rede Sim e estamos com um novo projeto para ser lançado. Desta forma, saímos de 23º para a 2º Junta Comercial mais rápida em 2022, e permanecemos entre as dez melhores”, contou o presidente.

Também estiveram presentes na cerimônia a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, e a diretoria da Jucemat o vice-presidente Júlio Müller, o secretário-geral Kenner Langner e a procuradora Regional Katia Costa Diniz.

Colégio

O Colégio de Vogais é a instância recursal da Jucemat, que é constituído por membros que representam entidades notadamente empresariais da sociedade civil. O mandato dos empossados será iniciado a partir do dia 1º de outubro e subsistirá de 2024 a 2028.

Confira abaixo a lista de empossados e seus respectivos suplentes:

Presidente Manoel Lourenço de Amorim Silva (Governo do Estado)

Vice-Presidente Carlos Alberto do Prado (Governo do Estado)

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Julio Frederico Müller Neto (Governo do Estado)

Suplente – Pedro Jamil Nadaf Filho (Governo do Estado)

Rodrigo Alves Silva (OAB-MT)

Suplente – Paola Cristina Rios Pereira Fernandes (OAB)

Luiz Fernando Medeiros Lima (FCDL/MT)

Suplente – Ulisses Eguni (FCDL/MT)

Mariza Aparecida Bazo (Facmat)

Suplente – Samanta Fernandes de Freitas (Facmat)

Valéria Grecco Teixeira (Sistema OAB)

Suplente – Frederico Azevedo e Silva (Sistema OAB)

Luis Martins de Lima (CRA/MT)

Suplente – Keila Cardoso dos Santos Furquim (CRA/MT)

Jonas Alves de Souza (ACCUIABÁ)

Suplente – Roberio Tarrago Cademartori (ACCUIABÁ)

Wilson Rodrigues Rezende (CRC/MT)

Suplente – Sidinei Benedito de Amorim (CRC/MT)

Rodrigo Gomes Bressane (Famato)

Suplente – João Victor Toshio Ono Cardoso (Famato)

Elias Correia Pedrozo (Fiemt)

Fonte: Governo MT – MT

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Delegado e investigador são condenados por corrupção

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A Justiça condenou o delegado de Polícia Civil Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues, o investigador Marcos Paulo Angeli e os empresários Sidney Carlos de Paula e Romildo Queiroz de Souza por crimes de corrupção relacionados à atuação da Delegacia de Polícia de Peixoto de Azevedo. A sentença foi proferida pelo juiz Guilherme Leite Roriz, da 1ª Vara da comarca, nesta quinta-feira (16). De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), as investigações tiveram origem em apurações conduzidas pela Corregedoria da Polícia Civil, que revelaram um suposto esquema de cobrança e recebimento de vantagens indevidas para liberação de bens apreendidos e concessão de benefícios a pessoas presas.Segundo a sentença, diálogos obtidos por meio de captação ambiental autorizada judicialmente demonstraram que os dois agentes públicos discutiram a divisão de valores oferecidos, utilizando inclusive a expressão “fifty-fifty” para indicar a repartição igualitária da quantia. Além disso, a Justiça reconheceu a prática de dois crimes de corrupção passiva relacionados a pessoas presas na delegacia em novembro de 2023. Conforme a decisão, Geordan e Marcos Paulo solicitaram R$ 10 mil para que um empresário, preso em flagrante durante a Operação Hermes II, permanecesse em alojamento com ar-condicionado e não fosse recolhido à cela comum.Os dois também foram condenados por solicitar vantagem indevida de R$ 9 mil para que um homem, preso por embriaguez ao volante, fosse colocado em liberdade após o pagamento da fiança oficial de R$ 1 mil. De acordo com a decisão, conversas registradas pela investigação demonstraram que os acusados estabeleceram o valor total de R$ 10 mil, descontando a fiança legal e dividindo entre si a quantia restante.Pela condenação, o delegado Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues recebeu pena de 10 anos e 6 meses de reclusão, em regime inicial fechado, além de 210 dias-multa. Marcos Paulo Angeli foi condenado à mesma pena: 10 anos e 6 meses de reclusão em regime fechado e 210 dias-multa. Já Romildo Queiroz de Souza e Sidney Carlos de Paula foram condenados por corrupção ativa à pena de 2 anos e 8 meses de reclusão e 30 dias-multa cada um.Na sentença, o magistrado também decretou a perda dos cargos públicos de Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues, delegado da Polícia Civil, e Marcos Paulo Angeli, investigador da Polícia Civil. Segundo a decisão, as condutas praticadas demonstraram incompatibilidade absoluta com o exercício da função pública, especialmente por terem ocorrido no interior da própria delegacia e envolverem a comercialização de atos de ofício e benefícios a custodiados. A perda dos cargos deverá ser efetivada após o trânsito em julgado da condenação.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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