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Governador parabeniza PM por prender 14 em menos de 2h: “Ação espetacular, rápida e efetiva”

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O governador Mauro Mendes parabenizou a Polícia Militar, nesta segunda-feira (22.01), pela rapidez na prisão de 14 criminosos envolvidos no roubo de uma concessionária de carros em Tangará da Serra, na tarde de ontem (21).

Ao todo, nove veículos foram furtados. Em menos de 2 horas de ação integrada das forças de segurança e perseguição pela região, os assaltantes foram detidos.

“A polícia entrou em ação de maneira imediata e em cooperação com todas as forças de segurança da região de Tangará e Nova Mutum. Parabéns à Polícia Militar do Estado por essa ação espetacular, rápida e efetiva para dar mais segurança em Mato Grosso”, afirmou o governador.

Na ação conjunta, os criminosos e veículos foram localizados nas cidades de Tangará da Serra, Nova Olímpia e Jangada.

Ao lado do secretário de Estado de Segurança Pública, César Roveri, Mauro garantiu que a política de tolerância zero continuará ocorrendo em prol da população.

“Vamos continuar atuando para combater esses criminosos que insistem em praticar crimes aqui no nosso Estado. Ações céleres e eficientes como essa são cruciais para promover a segurança e o bem-estar da comunidade”, finalizou.

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Investimento histórico

A Polícia Militar de Mato Grosso recebeu R$ 118 milhões em investimentos do Governo do Estado em 2023, e uma das principais ações foi a troca de 100% das armas de fogo por pistolas Glock, as mais modernas do mercado.

Ainda no ano passado, 35 automóveis e 127 motocicletas foram entregues, além de equipamentos de proteção individuais, artefatos e munições não letais.

O Governo do Estado também entregou, em 2023, a nova sede do 13º Batalhão de PM, situado em Lucas do Rio Verde, e está investindo na construção ou reforma de Batalhões e Comandos Regionais nos municípios de Vila Bela, Sinop, São José do Rio Claro, Primavera do Leste e Cuiabá.

Fonte: Governo MT – MT

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Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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