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Governo de Mato Grosso entrega próteses ortopédicas a pacientes do Cridac

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O Centro Especializado em Reabilitação Dom Aquino Correa (Cridac), unidade da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), entrega, entre os dias 02 e 04 de maio, 34 próteses ortopédicas de membros inferior e superior. As entregas são resultado do mutirão realizado entre os dias 06 e 13 de abril para atendimentos voltados às pessoas que buscavam pelos serviços de reabilitação da unidade.

Conforme explica o diretor da unidade, Luiz Antônio Ferreira, devido à pandemia, o serviço de atendimento e produção das próteses não pôde ser realizado conforme planejamento do Cridac, mas agora a proposta é que o atendimento seja contínuo e ocorra durante todo o ano, de forma simultânea às entregas das próteses.

“A intenção é que o serviço seja ofertado de forma cíclica e contínua, ou seja, que novas consultas, já previamente agendadas, sejam realizadas para medida dos moldes. E, na sequência, também ocorram as entregas das próteses produzidas de acordos com as últimas consultas”.

De acordo com a secretária adjunta de Unidades Especializadas, Alerte Sá Lima, a previsão é que este ano sejam entregues 525 próteses de membro inferior e superior, com investimento na ordem de R$ 1,8 milhão.

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Durante o último mutirão, foram agendadas cerca de 100 consultas e, para a próxima semana, há previsão de entrega da segunda remessa das próteses. Cada prótese custa em torno de R$ 10 a 15 mil.

O ciclo entre a consulta, a prova do molde e a entrega definitiva da prótese é de no máximo 30 dias. Para organizar o fluxo de atendimento e evitar aglomeração na unidade, a direção está atendendo em torno de 12 pacientes por dia.

A Coordenadora Técnica do Cridac, Ivana Gláucia Paz de Barro, explica que após a consulta, que dura em torno de 30 a 40 minutos, o paciente deve retornar ao Cridac dentro de 15 dias, quando fará a prova da prótese. Se estiver tudo certo, o paciente já pode sair com a prótese. Caso precise fazer algum ajuste, ele deverá retornar em 15 dias, quando receberá a prótese definitiva.

“Outros pacientes vão receber a prótese e precisarão dar continuidade ao processo de ‘pós protetização’, ou seja, processo de reabilitação pós prótese. Esses pacientes são encaminhados para o seu município de origem, em suas respectivas unidades de reabilitação, para darem continuidade a essa fase de reabilitação”, finaliza a técnica.

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O serviço de oficina de ortopédica, ou seja, de montagem e produção da prótese, é realizado somente pelo Cridac na Rede Pública de Mato Grosso, que oferta o atendimento a todos os municípios do estado. Na ação, entre consultas e entregas, estão sendo atendidos mais de 20 no mutirão de consultas.

É válido ressaltar que os pacientes que já foram agendados estão habilitados para receber a prótese, pois já passaram por uma avaliação, na qual o profissional atesta, de forma positiva, que esse paciente dispõe de força muscular, equilíbrio, capacidade de deslocamento e estaria apto para receber a prótese. O serviço é ofertado para pacientes que já estão com processos abertos.

De acordo com informações do Cridac, há uma demanda reprimida de aproximadamente 400 pacientes na fila de espera.

Serviço

O Cridac é uma unidade da rede de Cuidado à Pessoa com Deficiência, que fica localizado na Rua G, s/n Bloco A, do Centro Político Administrativo. Para mais informações sobre o atendimento prestado pela unidade especializada, entre em contato pelos telefones: (65) 3613-1933 ou 3613-1910.

Fonte: GOV MT

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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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