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Governo investe mais de R$ 19 milhões no Projeto Olimpus, Pontos de Esporte e premiações esportivas em 2025

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Mais de R$ 19,3 milhões foram investidos em três áreas estratégicas do esporte pelo Governo de Mato Grosso por meio de bolsas mensais, prêmios e patrocínios. Os recursos foram viabilizados pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) em 2025 a partir da concessão de auxílio mensal do Bolsa Atleta e Bolsa Técnico, remuneração por participação das equipes de futebol, tanto masculino como feminino no Campeonato Brasileiro, e implementação de Pontos de Esporte.

Pelo Projeto Olimpus, 475 esportistas, habilitados em edital, foram contemplados com o Bolsa Atleta, pago mensalmente, num total de R$ 4,8 milhões. Da mesma forma, 99 profissionais técnicos receberam bolsas mensais, que somam mais de R$ 1,5 milhão. Entre os atletas, 62 são da categoria Infantil, 100 da Base e 117 da Estudantil. Com bolsas mensais de R$ 200, R$ 400 e R$ 800, respectivamente, essas três categorias são voltadas à formação de novos talentos no esporte.

“O principal objetivo do projeto Olimpus é oferecer condições para que o atleta possa viver do esporte, desde a base até o profissional. O estado de Mato Grosso conhece a representatividade desses atletas e apoia por meio de bolsas, liberadas mensalmente. Também premia atletas que são convocados para a olímpiadas ou paraolimpíadas”, destaca o coordenador da Coordenadoria de Fomento ao Esporte, Joel Fukuyama.

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Do alto rendimento, foram beneficiados 170 atletas da categoria Nacional e mais 30 da Internacional, que contam com bolsas de R$ 1,2 mil e R$ 2 mil por mês. Ambas são destinadas a esportistas que obtiveram resultados em competições ou rankings nacionais e internacionais.

Com os investimentos, Mato Grosso destaca-se no cenário esportivo nacional e internacional, com atletas de ponta. Na lista de beneficiados há competidores de modalidades individuais e coletivas, como atletismo, ciclismo, karatê, handebol, judô, futsal, rugby, wrestling, tênis de mesa, taekwondo, vôlei, entre outras. Em todas as categorias, a seleção pública reserva 20% das vagas a atletas com deficiência.

Lançado em 2020 pelo Governo de Mato Grosso, o Projeto OlimpusMT é o mais relevante programa financeiro para desenvolvimento do esporte no Estado. O programa da Secel é referência para outros Estados brasileiros como política pública mais exitosa no incentivo a atletas e técnicos.

Pontos de Esporte


A Secel, por meio de edital, investiu em 2025 mais de R$ 3,2 milhões em 82 projetos do “Pontos de Esporte”, propostos por Organizações da Sociedade Civil, sem fins lucrativos, com atuação comprovadas em atividades esportivas e de lazer há pelo menos dois anos e que venham atender ao interesse social e coletivo.

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Os projetos do edital dos Pontos de Esporte selecionam e financiam iniciativas que promovem esporte e lazer em modalidades como futebol, vôlei, capoeira, artes marciais, entre outras, em municípios do Estado. As ações são voltadas à inclusão, cidadania e desenvolvimento de talentos.

Programa Mato Grosso Série A


A secretaria também prevê pagamento de R$ 3,5 milhões para equipes da série A do Campeonato Brasileiro de Futebol Profissional, mas, no último ano, não houve representante mato-grossense. Na série B, em 2025, o Cuiabá recebeu R$ 2 milhões e, no feminino, também foram contempladas as equipes do Mixto e Ação, de Santo Antônio do Leverger.

Na série B2, considerada a C do feminino profissional, a equipe Várzea Grande (antigo Operário), recebeu R$ 1,5 milhão. Já na Série D, pelo masculino, Mixto e Luverdense embolsaram R$ 1 milhão, cada.

Fonte: Governo MT – MT

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Comitê da Sedec debate plano nacional de fertilizantes e aprova comissão de fertilidade do solo

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O Comitê Gestor de Fertilizantes e Bioinsumos de Mato Grosso, presidido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), realizou, nesta terça-feira (12.5), a 2ª reunião ordinária do grupo. O encontro contou com a apresentação do Plano Nacional de Fertilizantes e com a aprovação da Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Mato Grosso (CFS-MT), formada por representantes técnicos da área.

Durante a reunião, José Carlos Polidoro, responsável pelas ações do Plano Nacional de Fertilizantes junto ao Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (Confert) e representante do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), apresentou a estrutura e os objetivos do plano nacional.

“Quando discutimos e estruturamos uma política nacional de fertilizantes, estamos falando também de segurança nacional e segurança alimentar. Essa é uma pauta que vai além do fortalecimento de uma cadeia produtiva específica, porque impacta diretamente a capacidade do país de manter sua produção de alimentos com estabilidade, competitividade e sustentabilidade”, afirmou Polidoro.

Maior produtor agrícola do país, Mato Grosso demanda grandes volumes de fertilizantes para sustentar sua produção. Nesse contexto, iniciativas voltadas ao fortalecimento técnico e científico da cadeia produtiva são estratégicas para ampliar a eficiência e a sustentabilidade no campo.

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A secretária adjunta de Agronegócio, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa, destacou a importância do debate para o setor agropecuário mato-grossense. “A discussão sobre fertilizantes é estratégica para Mato Grosso e para o Brasil, especialmente diante da força da nossa produção agropecuária. O Plano Nacional de Fertilizantes representa um passo importante para ampliar a segurança e a competitividade do setor. Mato Grosso acompanha esse movimento e busca construir caminhos sustentáveis para garantir mais eficiência, estabilidade e desenvolvimento ao agro brasileiro”, disse.

Durante a reunião, também foi aprovada a criação da Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Mato Grosso (CFS-MT), composta por nomes técnicos indicados pelas instituições participantes. A coordenação ficará a cargo do engenheiro agrônomo e técnico agrícola Milton Moraes.

Entre os objetivos da comissão estão a elaboração e atualização das recomendações oficiais de correção do solo e de adubação; a padronização e atualização dos métodos oficiais de análise de solos, tecido vegetal, corretivos, fertilizantes e outros materiais de interesse agrícola; além da definição de demandas prioritárias de pesquisa em fertilidade do solo e nutrição mineral de plantas para financiamento por instituições de fomento.

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“A aplicação de fertilizantes precisa ser avaliada não apenas do ponto de vista técnico, mas também econômico. Existe um limite em que o aumento da adubação ainda gera ganho de produtividade e retorno ao produtor. Por isso, é fundamental que o manejo seja feito com equilíbrio e planejamento, buscando eficiência no uso dos fertilizantes e maior rentabilidade para o produtor rural”, destacou Milton Moraes.

Fonte: Governo MT – MT

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