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Grupo de Adoção de Rondonópolis realiza entre de cestas básicas para 20 famílias

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O Grupo de Apoio à Adoção de Rondonópolis (Gaar) – “Gerando Com o Coração” fez entrega de cestas básicas a 20 famílias que são assistidas pela Casa de Abrigo de Rondonópolis.
 
Os 135 quilos de alimentos foram arrecadados durante a realização da 1ª Corrida em Apoio à Adoção, que foi realizada no mês de maio passado. A juíza da Vara Especializada da Infância e Juventude de Rondonópolis, Maria das Graças Gomes também participou da corrida.
 
Para fazer a inscrição na corrida o participante teve que doar também 1 quilo de alimento não perecível. As doações foram recolhidas e formaram as cestas básicas, que são compostas por diversos itens como: arroz, feijão, macarrão, óleo, trigo, sal refinado, cuscuz, papel higiênico, molho de tomate, café, açúcar e biscoito.
 
“Para uma família de quatro pessoas a cesta pode durar até um mês. Esta foi nossa primeira ação social. O objetivo além de ajudar as crianças, é promover a causa da Adoção. Temos outros projetos com características semelhantes. Quando iniciamos a montagem do grupo percebemos que nossa missão seria maior, já que famílias e crianças necessitam de apoio”, disse a vice-presidente do GAAR, Edilene Onorato de Almeida.
 
Quando a criança sai da Casa Abrigo a família é acompanhada entre três e seis meses pela equipe técnica. Neste período eles recebem ajuda desta natureza. “Os alimentos são muito bem vindos, vai nos ajudar bastante”, sustentou a coordenadora da Casa Abrigo, Dinamar Borges.
 
A presidente do Gaar, Márcia Matsumoto Alves, informou que a programação continua:
Esta semana houve um encontro de pós-adoção, 10 famílias participaram de forma on line. O objetivo foi orientar os pais adotivos.
 
O próximo evento do GAAR está programado para esta terça-feira (30/8). A psicóloga Rhafaela Salgado abordará o tema sobre “A expectativa dos filhos”. Evento presencial. Pessoas que estão habilitadas aguardando na fila de adoção podem participar. Os interessados devem ligar para os telefones: (66) 9.8139-4371 ou (66) 9.9987-3382. O encontro faz parte do evento mensal do GAAR.
 
O Grupo de Apoio a Adoção de Rondonópolis (GAAR) – Gerando com o coração, trata-se de uma organização da sociedade civil, desenvolvida, formada e cultivada por voluntários que se importam e reúnem forças para ajudar na causa da criança e do adolescente, os quais carecem de uma família adotiva que lhes amparem e acolha.
 
 
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: colorida, horizontal. Quatro pessoas estão em pé. Da esquerda para direita a coordenadora da casa abrigo, Ronny Castro, 1º tesoureiro da GAAR, Camila Barbosa, 1ª secretária e a vice-presidente da instituição. Várias cestas básicas estão no chão.
 
 
Ranniery Queiroz
Assessor de imprensa CGJ
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Política de educação artística da Seduc se consolida na Rede Estadual e transforma rotina de alunos em MT

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Mais de 53% das 630 escolas da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso já desenvolvem ações do Projeto Educarte, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). O avanço se reflete no tamanho da rede atendida. Em 2025, eram 200 unidades. Agora, são 335 escolas com atividades em andamento. A meta é alcançar 400 unidades ainda em 2026.

O crescimento dá dimensão a uma política adotada pela Seduc: manter investimento contínuo em um projeto que amplia o tempo, o repertório e a presença do estudante na escola.

Desde 2019, o Educarte vem abrindo espaço para oficinas e práticas no contraturno escolar, levando os alunos para além da rotina da sala de aula tradicional, com experiências ligadas à arte, à música, ao teatro, à dança, às artes visuais, à comunicação, às bandas e às fanfarras.

Na escola, esse movimento ganha forma, por exemplo, em um ensaio de fanfarra no fim da tarde, em uma roda de teatro montada depois da última aula, em um estudante que volta no contraturno para pintar, cantar, dançar ou aprender a falar em público. É nesse espaço, fora da grade comum, que o projeto foi se firmando como parte da política educacional da rede.

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Oferecido como disciplina optativa, o Educarte organiza ações artístico-pedagógicas nas próprias unidades escolares. A proposta é interdisciplinar, mas o efeito evidencia-se no cotidiano: mais tempo de vínculo com a escola, mais circulação de linguagens, mais oportunidades para que o estudante descubra habilidades, encontre um lugar e siga aprendendo.

Um dos exemplos mais visíveis desse alcance foi o Festival Educarte – Conectando Talentos, realizado em 2024 e 2025. Na edição do ano passado, 56 projetos estudantis foram selecionados em cinco eixos — Música, Fanfarra, Dança, Teatro e Artes Visuais —, com premiação total de R$ 30 mil.

O festival ajudou a dar visibilidade ao que já vinha sendo construído nas escolas e mostrou que o projeto não se resume à atividade complementar: passou a ocupar espaço na vida escolar e na agenda da educação pública estadual.

Segundo a secretária de Estado de Educação, Flavia Emanuelle, a expansão do Educarte acompanha uma linha de trabalho que a Seduc vem sustentando desde a implantação da iniciativa, e os resultados têm sido percebidos ao longo da trajetória dos estudantes na Educação Básica.

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“Temos verificado que os estudantes matriculados no Educarte têm apresentado bons resultados ao longo da trajetória na Educação Básica desde a implantação do projeto”, diz.

Para a secretária, o alcance do programa não está apenas na participação dos alunos nas oficinas, mas também no reflexo que esse percurso pode produzir na própria aprendizagem.

“Quando a escola oferece ao estudante outras possibilidades de aprendizado, ele apresenta melhor desempenho em sala de aula. O Educarte respeita a fase e a modalidade em que cada aluno está inserido, mas trabalha para que esse desenvolvimento seja concreto na proficiência e na trajetória escolar”, completa.

Flavia Emanuelle reforça que, ao ampliar o número de escolas atendidas, a Seduc reforça o Educarte como uma política que ganhou corpo na rede. “O projeto cresceu porque houve a decisão de mantê-lo vivo, ampliar o alcance e transformar o contraturno em tempo de formação. Hoje, esse investimento já chega a mais da metade das escolas estaduais de Mato Grosso”, pontua.

Fonte: Governo MT – MT

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