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Grupo de Estudos da Magistratura de Mato Grosso ganha novos integrantes

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Este mês, o Grupo de Estudos da Magistratura de Mato Grosso (Gemam) ganhou dois novos integrantes: a desembargadora Clarice Claudino da Silva e o juiz Francisco Alexandre Ferreira Mendes Neto. Com as novas adesões, agora são 62 magistrados, dentre desembargadores, desembargadoras, juízes e juízas, que se dedicam à função de contribuir para o aperfeiçoamento dos serviços prestados à sociedade por meio de debates sobre os serviços do Judiciário, bem como discussões acerca de casos concretos de repercussão pública, social ou institucional, que recomendem a uniformização jurisprudencial.
 
“Aderi ao Gemam pelo fato de ser um grupo de colegas estudiosos, formadores de opinião no meio jurídico, norteadores de decisões por meio dos enunciados. Espero contribuir trazendo questões relacionadas à política de pacificação social, que é a área da minha dedicação ao longo da última década”, pontuou a desembargadora Clarice Claudino.
 
Já o juiz Francisco Alexandre Ferreira Mendes Neto assinalou que faz tempo recebeu convite do desembargador Marcos Machado, diretor-geral da Escola Superior da Magistratura (Esmagis-MT), para integrar o Gemam e que recentemente esse convite foi reforçado pelo juiz Lídio Modesto, coordenador do grupo. “É importante para eu me atualizar, ficar por dentro das novidades do Direito e expor os nossos entendimentos com relação à prática no dia a dia como juiz”, salientou. Conforme o magistrado, os encontros também são válidos para estreitar laços com os colegas da magistratura, que, na rotina, ele acaba não encontrando com frequência.
 
Em sua última reunião, realizada em 8 de julho na Comarca de Chapada dos Guimarães, o Gemam aprovou quatro novos enunciados orientativos, totalizando 60 conclusões já aprovadas. Clique neste link para saber mais.
 
O próximo encontro do grupo está previsto para os dias 20 e 21 de outubro, na Comarca de Cáceres.
 
Confira abaixo a composição atual do Gemam, em ordem alfabética:
 
1. Adriana Sant’Anna Coningham
2. Agamenon Alcântara M. Junior
3. Alethea Assunção Santos
4. Anderson Candiotto
5. Anderson Clayton Dias Batista
6. Anna Paula Gomes de Freitas
7. Antônio Veloso Peleja Junior
8. Augusta Prutchansky Nogueira
9. Bruno D’Oliveira Marques
10. Carlos Augusto Ferrari
11. Clarice Claudino da Silva
12. Cristiane Padim da Silva
13. Daniel Campos Silva de Siqueira
14. Edna Ederli Coutinho
15. Edson Dias Reis
16. Eduardo Calmon de Almeida Cezar
17. Elmo Lamoia de Moraes
18. Emanuelle Chiaradia Navarro Mano
19. Emerson Luis Pereira Cajango
20. Eulice Jaqueline da Costa S. Cherulli
21. Fernanda Mayumi Kobayashi
22. Francisco Alexandre Ferreira Mendes Neto
23. Francisco Ney Gayva
24. Gabriela Carina Knaul de A. e Silva
25. Gerardo Humberto A. da Silva Junior
26. Helena Bezerra Ramos
27. Helícia Vitti Lourenço
28. Henriqueta Fernanda C. A. F. Lima
29. Hugo José Freitas da Silva
30. Jamilson Haddad Campos
31. Janaína Rebucci Dezanetti
32. Jean Garcia de Freitas Bezerra
33. Jeverson Luiz Quintieri
34. João Bosco Soares da Silva
35. João Filho de Almeida Portela
36. Jorge Alexandre Martins Ferreira
37. José Antônio Bezerra Filho
38. Leilamar Aparecida Rodrigues
39. Lídio Modesto da Silva Filho (coordenador)
40. Luciene Kelly Marciano Roos
41. Luís Felipe Lara de Souza
42. Luiz Octávio Oliveira Saboia Ribeiro
43. Marcelo Sousa Melo Bento de Resende
44. Marcos Faleiros da Silva
45. Marcos Machado
46. Maria Mazarelo Farias Pinto
47. Maria Rosi de Meira Borba
48. Marina Carlos França
49. Milena Ramos de Lima e Souza Paro
50. Mirko Vincenzo Giannotte
51. Moacir Rogério Tortato
52. Myrian Pavan Schenkel
53. Pedro Davi Benetti
54. Pedro Flory Diniz Nogueira
55. Rafael Depra Panichella
56. Ramom Fagundes Botelho
57. Rodrigo Roberto Curvo
58. Sinii Savana Bosse Saboia Ribeiro
59. Tatiane Colombo
60. Valter Fabrício Simioni da Silva
61. Victor Lima Pinto Coelho
62. Wagner Plaza Machado Júnior
 
 
Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (65) 3617-3844.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1 – Arte colorida em verde e branco. À esquerda, figura representativa de uma pessoa segurando uma balança e com um chapéu de formatura. Traz texto GEMAM – Grupo de Estudos da Magistratura de Mato Grosso. Foto2 – Foto colorida e horizontal. Mulher usa terno azul escuro, blusa azul clara, cabelos loiros, está sorrindo e olhando para a foto. Ao fundo estante cinza com livros de capas vermelhas e marrom. Foto 3 – Foto colorida e horizontal. Juiz está sentado, tem cabelos pretos, usa óculos e olha para a direita. Ele usa terno escuro, camisa cinza e gravata azul clara. Ao fundo, parece clara.
 
Lígia Saito
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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MP aponta riscos e pede interdição da Rodoviária do Coxipó

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) ingressou com ação civil pública para suspender as atividades da Rodoviária do Coxipó, em Cuiabá. Segundo a ação, o local apresenta problemas estruturais que comprometem a segurança e acessibilidade dos usuários.A ação foi proposta pela 6ª Promotoria de Justiça Cível da Capital que realizou reuniões com órgãos públicos, requisitou informações, promoveu inspeções técnicas e expediu recomendações para a correção das irregularidades identificadas, mas até o momento não foi realizada. Relatórios técnicos elaborados pela equipe do Ministério Público apontaram uma série de problemas na estrutura. Entre eles estão infiltrações, falhas nas instalações elétricas e hidráulicas, deficiência nos sistemas de prevenção e combate a incêndios, falta de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e desgaste em pisos e calçadas.Embora algumas melhorias tenham sido realizadas ao longo da investigação, como a instalação de novos assentos, bebedouro e equipamentos de combate a incêndio, os técnicos concluíram que as medidas adotadas foram insuficientes.Para a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a situação exige uma solução definitiva por parte dos órgãos responsáveis. “O que se busca com a ação é assegurar que os usuários do transporte intermunicipal tenham acesso a um serviço prestado dentro da legalidade e em condições adequadas de segurança, acessibilidade e conforto. Após anos de tratativas e tentativas de solução administrativa, persistem irregularidades que não podem ser ignoradas”, destacou.Na ação, o Ministério Público também aponta a falta de uma definição administrativa sobre a situação do local, apesar das discussões realizadas entre a Ager-MT, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) e a concessionária responsável pela Rodoviária de Cuiabá. O pedido apresentado à Justiça inclui a suspensão imediata das atividades de embarque, desembarque e venda de passagens na Rodoviária do Coxipó até que a situação seja regularizada. O Ministério Público também requer que os órgãos responsáveis adotem medidas para garantir o cumprimento das normas que regem o transporte rodoviário intermunicipal em Mato Grosso. Para o Ministério Público, a eventual suspensão das atividades não deixará a população sem atendimento. Conforme informações da Sinfra-MT, Cuiabá conta com o Terminal Rodoviário Engenheiro Cássio Veiga de Sá, estrutura oficial do sistema de transporte intermunicipal, apta a absorver a demanda de passageiros.Foto: Reprodução

Fonte: Ministério Público MT – MT

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