MATO GROSSO
Hospital Regional de Alta Floresta recebe torres de vídeo para realização de cirurgias menos invasivas
MATO GROSSO
As torres de vídeo geram e reproduzem imagens de alta definição para cirurgias de baixa, média e alta complexidade.
“A atual gestão trabalha para modernizar as estruturas físicas e o parque tecnológico de todos os hospitais estaduais. Com os novos equipamentos, o Hospital Regional de Alta Floresta será capaz de realizar procedimentos menos invasivos, o que representa uma série de benefícios ao paciente, como menor tempo de internação, menor risco de infecção e menos dor pós-operatória”, ponderou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.
De acordo com a diretora do Hospital Regional, Taniele Mechi, as torres de vídeo já estão sendo utilizadas pela unidade. O primeiro paciente a ser atendido com o auxílio do equipamento obteve alta médica no mesmo dia em que realizou o procedimento cirúrgico.
“Esse investimento é um marco na saúde pública de Alta Floresta e região. A primeira cirurgia com a torre de vídeo foi realizada em um paciente do município de Nova Bandeirantes, que passou uma cirurgia em otorrinolaringologia. Estamos contentes pelo avanço na tecnologia implantada no hospital, porque essa modernização reflete no melhor atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS)”, avaliou a gestora.
Para o secretário adjunto de Gestão Hospitalar da SES, Oberdan Lira, o investimento facilitará o aumento da produtividade do hospital e a qualidade do atendimento prestado.
“Esse é mais um exemplo de eficiência na área da Saúde em Mato Grosso. Por meio do auxilio das torres de vídeo, ofertaremos um atendimento de mais qualidade ao usuário do SUS, na medida em que também poderemos melhorar os indicadores de produtividade, pois cirurgias menos invasivas possibilitam maior celeridade”, finalizou o gestor.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT



