MATO GROSSO
Indea alerta: 350 propriedades precisam se cadastrar no Pará
MATO GROSSO
A mudança é necessária em decorrência da alteração geográfica na área limítrofe com o Pará, decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
São quase 350 propriedades rurais, em sua maioria produtoras de gado e de soja, que precisam se cadastrar na Adepará.
Um levantamento do Indea apontou que na área vivem aproximadamente 270 mil bovinos, que passarão a ter a sanidade acompanhada pelo Governo do Pará. “Nós já notificamos os produtores rurais da região. Era cerca de 500 propriedades e alguns produtores já fizeram a migração voluntária. Para esses que ainda não se adequaram, pedimos que procurem ao Adepará para que futuramente não tenham problemas quanto a isso”, comenta a presidente do Indea, Emanuele Almeida.
Ela acrescenta ainda que a maior preocupação do Governo do Estado hoje é quanto às ações sanitárias na região, já que este ano Mato Grosso não mais precisará vacinar o rebanho contra a febre aftosa, porém o Pará sim. “As propriedades da pecuária naquela região, que hoje registradas no Indea e que precisam se registrar no Adepará, precisarão sim vacinar seu gado, diferente do que ocorrerá em outros municípios”, explica a presidente.
Além da autarquia, a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT), a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), o Instituto Mato Grosso de Economia Agropecuária (Imea), a Associação de Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) também acompanha o processo de transição.
Região
As propriedades antes da alteração pertenciam às cidades de Alta Floresta, Guarantã do Norte, Paranaíta, Santa Terezinha e Vila Rica.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Desembargador recebe alunos de Cáceres e inspira futuros profissionais do Direito
Um encontro marcado por identificação e incentivo à carreira jurídica. Assim foi a visita dos 47 acadêmicos de Direito da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), campus Cáceres, ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), nesta quarta-feira (29). O grupo foi recebido pelo desembargador Jones Gattass Dias, também natural de Cáceres, que compartilhou sua trajetória e experiências na magistratura.
“Somos conterrâneos. Sinto-me muito em casa e espero que vocês também sejam muito bem recebidos aqui”, afirmou o magistrado ao dar as boas-vindas. Durante a conversa no Espaço Memória, ele relembrou o início da sua formação e destacou os desafios da carreira. “Eu não sabia o que queria, mas sabia o que não queria. Fui eliminando as áreas até me identificar com o Direito”, contou. Ao final, deixou uma mensagem direta aos estudantes: “Não desistam dos seus sonhos. A magistratura precisa de bons nomes”.
Prática aproxima estudantes do Judiciário
A visita integrou o projeto Nosso Judiciário, que proporciona aos acadêmicos a oportunidade de acompanhar sessões de julgamento, conhecer a estrutura do Tribunal e dialogar com magistrados. Para o desembargador, esse contato direto com a prática é essencial na formação. “O julgamento, o voto do relator, o magistrado que acompanha ou diverge, isso é uma riqueza para quem está estudando. A pessoa sai daqui sabendo se vai gostar ou não de fazer isso”, destacou.
Um dos responsáveis por trazer os alunos ao Tribunal, o professor e advogado Hamilton Lobo Mendes Filho ressaltou a importância da experiência. “Aqui, conseguimos dar esse choque de realidade. Como somos do interior, muitos alunos não conseguem visualizar essa estrutura. A visita amplia horizontes e mostra que este pode ser um caminho profissional possível”, afirmou. Ele também agradeceu a parceria com o Judiciário. “Assistir à dinâmica de um julgamento não é simples, nem acessível a todos. Essa parceria vai continuar, todo semestre estaremos aqui”.
Experiência reforça escolhas
Entre os acadêmicos, a vivência no TJMT foi apontada como decisiva para a construção da carreira. A estudante do 9º semestre Larissa Yung destacou o impacto do contato com a prática jurídica. “Durante o curso, ficamos muito na teoria. Aqui, conseguimos ver o Direito acontecendo de verdade. Estar no plenário foi uma experiência muito significativa e despertou ainda mais o meu interesse”, relatou.
O estudante Kauan Fares Garcia também avaliou a visita como fundamental. “Pudemos observar como funciona o Poder Judiciário e presenciar o que provavelmente será nossa vida futura. A sustentação oral dos advogados foi o que mais me chamou atenção”, disse. Para ele, a experiência ajudou a concretizar o interesse tanto pela advocacia, quanto pela carreira pública.
O projeto Nosso Judiciário segue aberto a instituições de ensino interessadas em conhecer o funcionamento do Tribunal. Durante as visitas, os participantes também recebem o Glossário Jurídico, produzido pelo TJMT, como forma de apoio ao aprendizado.
Para agendar uma visita ao Palácio da Justiça de Mato Grosso ou a instituições de ensino, basta telefonar para (65) 3617-3032/3516.
Autor: Roberta Penha
Fotografo: Alair Ribeiro
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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