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Inscrições para garantir participação no Pré-Enem Digit@l MT 2026 encerram nesta terça-feira (31)

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) alerta aos estudantes da Rede Estadual sobre o encerramento das inscrições para o Pré-Enem Digit@l MT 2026. O prazo termina nesta terça-feira (31.3), às 23h59.

O cadastro deve ser feito exclusivamente por formulário eletrônico específico (no anexo) vinculado a cada Diretoria Regional de Educação (DRE) e à Diretoria Metropolitana de Educação (DME).

O curso, que é gratuito, foi estruturado para ampliar a preparação dos estudantes que buscam uma vaga no ensino superior por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e tem o objetivo de contribuir para a consolidação de trajetórias formativas, reduzir as desigualdades educacionais e fortalecer o protagonismo juvenil.

Neste ano, a iniciativa oferece dois formatos de participação: presencial e on-line. No formato presencial, os estudantes terão atividades semanais com aulas, oficinas de redação e simulados nos polos das DREs e da DME.

Já na modalidade on-line, o acesso acontece pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), onde estarão disponíveis aulas, materiais didáticos e simulados ao longo de toda a programação.

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Podem se inscrever, prioritariamente, estudantes concluintes do Ensino Médio da Rede Estadual em 2026, incluindo alunos do Ensino Médio Regular, Integral, Profissional e Tecnológico, além das modalidades de Educação do Campo e Quilombola, Educação Escolar Indígena, Sistema Socioeducativo, Programa de Recomposição de Aprendizagem e Educação de Jovens e Adultos (EJA), tanto regular quanto no sistema prisional. O projeto também contempla estudantes matriculados no 2º ano do Ensino Médio da rede.

Nos casos em que a procura pelas vagas presenciais superar a quantidade ofertada, terão prioridade, em sequência, os estudantes matriculados no 3º ano do Ensino Médio, os do 2º e 3º semestres da EJA e, posteriormente, será considerada a ordem de inscrição até o limite disponível.

As inscrições excedentes ficarão em lista de espera para eventual convocação em caso de desistência. Mesmo nessa condição, o estudante poderá receber material impresso e acompanhar as aulas pela plataforma digital.

As aulas presenciais ocorrerão uma vez por semana nos municípios polo de cada regional. Na Diretoria Metropolitana de Educação, haverá escolas-polo em Cuiabá e Várzea Grande. Excepcionalmente, no caso da DRE de Diamantino, o município polo será Nova Mutum.

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A Seduc também vai disponibilizar material didático impresso e digital, com conteúdos específicos das quatro áreas do conhecimento do Ensino Médio, além de um volume exclusivo de Redação.

A entrega da versão impressa dependerá da assinatura do Termo de Responsabilidade e Compromisso, seguindo critérios de prioridade definidos em edital, como modalidade de participação e condição de concluinte.

Confira, no anexo, o formulário eletrônico por DRE para inscrições no curso

Fonte: Governo MT – MT

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MPMT capacita servidores sobre planejamento de contratações e uso de IA

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O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promoveu, nos dias 24 e 25 de setembro, uma capacitação voltada aos servidores da área-meio sobre planejamento de contratações públicas e o uso de novas tecnologias no desenvolvimento dos documentos exigidos pela legislação. Com o tema “O planejamento da contratação com base na Lei 14.133/2021 – construindo ETPs e TR com uso do ChatGPT e outras tecnologias para servidores do MPMT”, o curso foi ministrado pelo professor Sandro Bernardes, auditor do Tribunal de Contas da União (TCU).Ao longo dos dois dias, os participantes tiveram contato com aspectos relacionados ao planejamento das contratações, especialmente à elaboração de documentos como o Estudo Técnico Preliminar (ETP) e o Termo de Referência (TR), além de conhecerem possibilidades de aplicação da inteligência artificial e de outras ferramentas tecnológicas na rotina de trabalho.Para o assessor especial da Subprocuradoria-Geral de Justiça Administrativa, José Fabrício Silva, a capacitação ocorre em um momento importante de adaptação às exigências trazidas pela nova legislação de contratações públicas.“Esse tipo de capacitação é fundamental por dois aspectos essenciais. O primeiro é que as equipes que constroem essas demandas de contratação ainda precisam de formação sobre a estrutura dos documentos e tudo o que precisa ser preparado para que uma contratação seja realizada”, explicou.José Fabrício também destacou a utilização da inteligência artificial como uma ferramenta capaz de auxiliar os servidores diante do volume e da complexidade dos documentos produzidos no processo de contratação. “São documentos, às vezes, de muitas páginas, de uma estrutura que a lei exige que seja feita. A capacitação realmente veio para ajudar no dia a dia”, afirmou.Na avaliação do servidor, a incorporação de novas tecnologias à administração pública tende a fazer parte cada vez mais da rotina. “Quanto mais capacitadas as pessoas para darem conta de acompanhar esse avanço, que não é só no setor público, mas também no setor privado, melhores serão os resultados para a administração e, consequentemente, para a população”, ressaltou.A servidora Débora Luz, que atua na Coordenadoria de Engenharia e acompanha atividades relacionadas ao departamento, também destacou a importância da formação continuada. Entre suas atribuições estão o assessoramento na elaboração de documentos relacionados às contratações de engenharia, com atenção à legislação e às normas aplicáveis.Para ela, cursos dessa natureza são fundamentais para o aprimoramento dos processos de contratação do Ministério Público. “Não só importante, como essencial, fundamental. Uma condição sem a qual não é possível nós evoluirmos nossas contratações e licitações aqui no Ministério Público”, afirmou.Débora defendeu ainda que a capacitação seja realizada de forma permanente, permitindo o aprofundamento dos conhecimentos e a aplicação prática dos conteúdos. “A cada etapa, a cada curso, você permite se aprofundar mais na matéria e aplicar na sua prática. Então, sem uma reincidência, um retorno disso, eventualmente até com alguns mesmos professores ou mesmas temáticas, a gente não consegue andar evoluindo os resultados”, explicou.Para a servidora, a participação de especialistas com experiência na administração pública federal também contribui para aproximar o conteúdo apresentado da realidade enfrentada pelas equipes do MPMT.O professor Sandro Bernardes ressaltou que a atualização dos servidores é essencial diante das transformações pelas quais passa a administração pública. Segundo ele, o curso integra um processo de desenvolvimento de capacidades e habilidades necessárias aos profissionais que atuam em todas as etapas da contratação pública, desde o planejamento até a entrega do objeto à sociedade. “Não existe retrocesso” no uso da inteligência artificial, afirmou o professor, ao destacar que essas ferramentas tendem a ser incorporadas cada vez mais ao cotidiano profissional.O instrutor também chamou atenção para o papel da tecnologia como instrumento de apoio ao trabalho dos servidores, e não como substituta da atuação humana. Para ele, ferramentas de inteligência artificial podem potencializar o trabalho, proporcionando maior celeridade e novas possibilidades de pesquisa e análise, mas a supervisão humana permanece indispensável. “O que as plataformas, os chats e as IAs que temos à disposição vão fazer por nós é potencializar o nosso trabalho”, explicou.Sandro Bernardes destacou ainda que a responsabilidade pelas decisões continua sendo humana, especialmente no serviço público, que tem como finalidade atender às necessidades da sociedade. “A supervisão humana ainda é necessária, primeiro pela responsabilidade que a gente tem diante da comunidade civil. A plataforma nunca vai se comportar como ser humano; ela vai emular, vai usar algoritmos, números para tentar traduzir aquilo que considera como interesse público”, afirmou.Segundo o professor, a tecnologia pode ampliar as possibilidades de atuação dos servidores, mas não substitui aspectos próprios da experiência humana, como a capacidade de compreender contextos, interpretar situações e manter proximidade com a sociedade.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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