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Justiça Eleitoral retoma atendimento no Ganha Tempo do Cristo Rei, em Várzea Grande

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O posto de atendimento da Justiça Eleitoral na unidade do Ganha Tempo do bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, retomou o atendimento à população. Os serviços são oferecidos no local de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. A unidade está localizada na Rua Prof.ª Isabel Pinto, n° 212, no Cristo Rei. 

 

A 20ª Zona Eleitoral, responsável pelo posto de atendimento no Ganha Tempo, informa que não há necessidade de agendamento prévio e que são oferecidos serviços eleitorais de alistamento (confecção do 1º título), revisão e transferência de domicílio, além de emissão de certidões relacionadas ao Cadastro Eleitoral.  

 

Para a maioria dos atendimentos, como fazer a biometria, por exemplo, basta apresentar um documento oficial com foto. Já para transferir domicílio eleitoral, é preciso, além do documento pessoal, apresentar comprovante de residência atualizado. Homens maiores de 18 anos que forem tirar o primeiro título também devem levar o comprovante de quitação militar.      

 

Jornalista: Nara Assis 

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#PraTodosVerem: Sobre um fundo azul escuro com detalhes de faixas em azul claro nos cantos superior e inferior, a imagem está dividida em duas partes: à esquerda, mostra um ambiente de atendimento ao público, com vários guichês numerados onde servidores realizam atendimentos a cidadãos; à direita, apresenta um espaço moderno e organizado do Ganha Tempo MT, com balcões de atendimento vazios e sinalização institucional. O conjunto transmite a ideia de um serviço público estruturado e voltado para facilitar o acesso da população a diferentes serviços. 

Fonte: TRE – MT

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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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