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Live orienta gestores municipais sobre implementação de planos de enfrentamento à violência contra a mulher

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT), por meio da Secretaria Adjunta de Políticas Públicas para as Mulheres (Sappm), promoveu nesta segunda-feira (13.4) uma live com o tema “Implementação de Planos Municipais de Metas para Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres”, em parceria com o Ministério Público de Mato Grosso. A ação foi voltada a gestores municipais e reuniu mais de 120 participantes.

A condução do encontro foi feita pela secretária adjunta de Políticas Públicas para as Mulheres, Salete Morochoski, que destacou a importância da construção coletiva no fortalecimento das políticas públicas e reafirmou o compromisso do Governo do Estado no apoio aos municípios.

“Seguimos disponíveis para contribuir no que for necessário, seja na construção dos planos ou no fortalecimento das ações, enquanto assistência social, Ministério Público e toda a rede envolvida. Agradeço a todos os envolvidos e, especialmente, aos municípios que estiveram conosco neste momento. Reforço que estamos à disposição para apoiar e construir juntos, pois essa atuação integrada contribui para fortalecer e tornar mais efetivo o trabalho no enfrentamento à violência contra as mulheres”, afirmou.

Durante sua fala, a procuradora destacou que a violência contra a mulher configura uma grave violação de direitos fundamentais e exige atuação planejada do poder público, além de refletir diretamente na gestão pública.

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“O Ministério Público está à disposição de todos os municípios. Procurem os promotores e promotoras de Justiça em suas comarcas. Sempre que necessário, eles podem nos acionar diretamente no Centro de Apoio Operacional. Nosso trabalho é justamente esse: prestar suporte aos membros que estão na ponta, em contato direto com a sociedade mato-grossense e com os municípios. Tudo o que estiver ao nosso alcance, vamos fazer para facilitar o trabalho das gestões municipais”, destacou.

A procuradora também enfatizou que a elaboração dos planos de metas deve envolver diferentes atores da rede de proteção.

“Como foi mencionado, o plano de metas é uma responsabilidade do gestor, mas também precisa ser uma construção conjunta, com a participação de todos os atores envolvidos nessa temática. O Ministério Público está à disposição e dispõe de uma série de documentos e normas técnicas que podem subsidiar a elaboração desses planos. A expectativa é que esse processo fortaleça a integração entre os setores e promova ações concretas que efetivamente contribuam para a mudança da realidade no enfrentamento à violência contra a mulher”, completou.

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Outro ponto enfatizado foi a responsabilidade do gestor público na implementação de políticas efetivas. A procuradora alertou que a omissão ou a ausência de planejamento pode agravar o cenário de violência e gerar consequências jurídicas e administrativas.

Além disso, Elisamara Portela chamou a atenção para os custos gerados pela violência contra a mulher. De acordo com ela, trata-se de um problema que acarreta despesas diretas, indiretas e, muitas vezes, invisíveis ao erário público, gastos que poderiam ser evitados com ações preventivas e estruturadas.

A live também reforçou a importância da elaboração de planos municipais com metas claras, indicadores e estratégias de monitoramento, garantindo maior eficiência na aplicação dos recursos públicos e melhores resultados na proteção das mulheres.

A iniciativa integra o conjunto de ações da Setasc voltadas ao fortalecimento das políticas públicas para as mulheres em Mato Grosso, promovendo capacitação técnica e incentivando os municípios a desenvolverem mecanismos efetivos de enfrentamento à violência de gênero.

A íntegra da live está disponível no canal Setasc Comunica no YouTube e pode ser acessada pelo link aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil mira grupo investigado por sextorsão contra influenciadora digital em Mato Grosso

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Falso 9, para cumprimento de ordens judiciais contra investigados por extorsão na modalidade conhecida como “sextorsão” praticados contra uma influenciadora digital do interior de Mato Grosso.

Na operação são cumpridas cinco ordens judiciais, dentre eles, um mandado de prisão preventiva, dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de quebra de sigilo telemático. Os mandados são cumpridos nos municípios de Juína e Castanheira.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), apontam que os suspeitos utilizavam identidades falsas em aplicativos de mensagens, se passando por um jogador de futebol famoso, para estabelecer contato com a vítima, uma influenciadora digital e modelo do interior do Estado.

Após conquistarem a confiança da vítima, os criminosos obtiveram imagens privadas e passaram a exigir dinheiro, chegando a cobrar R$ 20 mil para não divulgar o conteúdo. Sob intensa pressão psicológica, a vítima chegou a realizar uma transferência via Pix no valor de R$ 4 mil.

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Durante as investigações, foi possível identificar o principal responsável pelas extorsões, morador de Juína e outros possíveis envolvidos no município de Castanheira.

Com base nos elementos produzidos durante a investigação, que apontaram a atuação coordenada dos suspeitos na prática do crime de extorsão, o delegado da DRCI, Guilherme Campomar da Rocha, representou pelas ordens judiciais, que foram deferidas pela Justiça. “A operação tem como objetivo reunir novos elementos de prova, interromper a prática criminosa e evitar a revitimização da vítima”, disse o delegado.

As investigações prosseguem para elucidação de todos os fatos e a identificação de outros possíveis vítimas e envolvidos.

Nome da operação

O nome da operação “Falso 9” faz referência ao principal artifício empregado pelos criminosos, que se passavam por um jogador de futebol para criar um vínculo de confiança com a vítima e, posteriormente, praticar a extorsão mediante ameaça de divulgação de imagens íntimas.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, para combate à atuação de grupos criminosos envolvidos em diferentes crimes em todo estado.

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Fonte: Governo MT – MT

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