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Lucas do Rio Verde: Confira edital com classificados para seletivo de juiz(a) leigo(a)

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Comarca de Lucas do Rio Verde (354 km ao norte de Cuiabá) torna público Edital 29/2022-DF, com o resultado definitivo dos classificados na prova prática da sentença, no processo seletivo para credenciamento de Juiz(a) Leigo(a). O documento é assinado pela juíza diretora do Fórum, Melissa de Lima Araújo.
 
O(a) candidato(a) poderá solicitar vista da prova prática de sentença no prazo de dois dias úteis após a publicação do edital, exclusivamente de forma presencial, das 13h às 18h, na Central de Administração do Fórum da Comarca, situado na Avenida Brasil, 3183-S, Parque dos Buritis, Setor 36, Quadra 999, Lote 05. Sendo obrigatória a apresentação de documento de identificação oficial.
 
De acordo com o edital, a vista da prova também poderá ser concedida por procuração pessoal original, com firma reconhecida, sendo vedado o envio por meio eletrônico ou fax, devendo o(a) procurador(a) apresentar o documento de identificação oficial dele(a).
 
No momento da vista de prova será fornecida cópia impressa da prova prática de sentença e espelho da correção. É proibido que o(a) candidato(a) (ou procurador(a)) registre imagens da prova e/ou do espelho de resposta no momento da vista de provas, utilizando aparelho celular ou qualquer outro meio.
 
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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