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Mato Grosso inicia aplicação da vacina bivalente contra a Covid-19 nesta segunda-feira (27)

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A aplicação da vacina bivalente contra Covid-19 começa a ser feita em Mato Grosso a partir desta segunda-feira (27.02). A campanha será dividida em duas etapas, sendo a primeira composta por cinco fases. A meta do Estado é vacinar o total de 786.971 pessoas.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) recebeu, até o momento, 132.504 doses do Ministério de Saúde, e o envio das doses aos Escritórios Regionais de Saúde (ERS) foi concluído no último sábado (25). Os municípios devem retirar os imunizantes diretamente nos ERS. Novas doses devem ser encaminhas pelo Governo Federal nas próximas semanas.

Conforme cronograma de vacinação, devem ser imunizadas na primeira fase da primeira etapa: pessoas com idade a partir de 70 anos, indígenas, quilombolas, pessoas imunocomprometidas a partir de 12 anos, pessoas que vivem em instituições de longa permanência a partir de 12 anos e seus trabalhadores, ribeirinhos, população privada de liberdade e adolescentes cumprindo medidas socioeducativas.

Já na segunda fase desta etapa, serão contempladas pessoas com idade entre 60 a 69 anos. Na terceira fase, serão imunizadas as gestantes e puérperas. Na quarta e quinta fase, receberão a vacina os trabalhadores da saúde e pessoas com deficiência permanente a partir de 12 anos, respectivamente. 

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O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, destaca que os municípios que já receberam as doses devem definir a estratégia de vacinação para alcançar o público alvo estipulado pelo Governo Federal.

“É importante que todos trabalhem em conjunto para que os grupos sejam vacinados, pois uma população devidamente imunizada cria barreira para mitigação do vírus”, observa.

De acordo com o secretário adjunto de Atenção e Vigilância em Saúde, Juliano Mello, a vacina bivalente foi criada para oferecer uma proteção extra contra a ômicron e suas subvariantes. 

“A vacina é recomendada como dose de reforço para as pessoas dos grupos prioritários, devidamente imunizadas com pelo menos duas doses de vacina monovalente (esquema primário completo) e que tenham tomado a última dose há pelo menos quatro meses”, conclui.

Fonte: GOV MT

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Projeto Hannah é destaque em encontro sobre IA promovido pelo CNJ

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Cinco homens participam de um painel no evento IAJus 2026, no CNJ. Sentados em poltronas beges diante de uma tela de projeção, eles discutem Inteligência Artificial no Judiciário.O Projeto Hannah, desenvolvido pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, foi um dos destaques apresentados no IAJus 2026 – Encontro de Integração em Inteligência Artificial do Judiciário. O evento foi realizado na sexta-feira (24) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Durante o intercâmbio, representantes de tribunais e conselhos de todo o país puderam trocar experiências sobre soluções tecnológicas utilizadas no sistema de justiça brasileiro. O encontro proporcionou debates sobre o desenvolvimento, implementação, sustentabilidade e governança da inteligência artificial.
O engenheiro de IA da Vice-presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Daniel Dock, colaborou na apresentação do sistema e pontuou que a ferramenta é voltada ao apoio técnico no juízo de admissibilidade de recursos especiais.
O projeto Hannah é um sistema de inteligência artificial utilizado pela Vice-presidência do TJMT, que lê e aplica o Mapa de Admissibilidade, formado por 14 critérios. A partir disso, cria uma árvore de sequência para analisar se o recurso atende aos critérios formais necessários.
“Esse sistema foi integralmente desenvolvido pelo TJMT e representa um significativo avanço institucional no exame de admissibilidade desses recursos, especialmente por observar regras, fluxos e parâmetros de governança locais”, enfatizou o juiz auxiliar da Vice-Presidência, Gerardo Humberto Alves da Silva.
Além do IAJus 2026, o sistema Hannah também já ganhou destaque nacional em outras oportunidades. Em 2025, a iniciativa foi apresentada em encontro promovido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Além disso, a ferramenta do TJMT está sob análise do CNJ para nacionalização e expansão para outros tribunais.
O IAJus 2026 foi promovido via Comitê Nacional de Inteligência Artificial do Judiciário (CNIAJ). O evento reuniu magistrados e magistradas, servidores e servidoras, equipes técnicas dos tribunais e conselhos do Poder Judiciário, áreas de tecnologia da informação, governança, inovação e gestão.
“Apresentar o Projeto Hannah em um evento de abrangência nacional evidencia o reconhecimento de sua relevância para o aprimoramento da eficiência, da racionalidade decisória e da inovação tecnológica no sistema de justiça”, completou Gerardo.
Juízo de admissibilidade
O juízo de admissibilidade é uma etapa essencial no processo judicial (seja em ações ou recursos) em que o juiz ou tribunal verifica se todos os requisitos formais e legais foram cumpridos para que o caso (o mérito) possa ser analisado e julgado, funcionando como um filtro para garantir eficiência e evitar que processos sem fundamento avancem.
Foto: Ana Aracajú/CNJ

Autor: Bruno Vicente

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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