CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

Mato Grosso recebe etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2024

Publicados

MATO GROSSO

Mato Grosso recebe a quinta etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2024, de 19 a 26 de junho, com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) e da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Reunindo atletas de todo o Brasil, incluindo grandes nomes da modalidade, a competição será realizada no estacionamento do ginásio Aecim Tocantins, em Cuiabá.

Durante uma semana, o público poderá acompanhar gratuitamente as partidas em arquibancadas cobertas montadas para o evento esportivo. Como o espaço é limitado, o ingresso deve ser assegurado mediante cadastro prévio pelo link eventos.voleibrasildigital.com.br.

“Agradecemos o apoio imprescindível do Governo de Mato Grosso e da Assembleia Legislativa para trazer esse importante evento esportivo a Cuiabá. Mais uma vez o público mato-grossense poderá assistir atletas de todo o país disputando partidas de altíssima qualidade técnica de vôlei de praia”, expõe o residente da Federação Mato-grossense de Voleibol (CMTV), Nicanor Lopes.

As quatro primeiras etapas da temporada 2024 do Circuito Brasileiro ocorreram entre os meses de fevereiro e abril, em Campo Grande (MS), Recife (PE), Saquarema (RJ) e Brasília (DF). Nesta quinta etapa realizada em Cuiabá, a competição prossegue com disputas por pontos no ranking para o título brasileiro.

Leia Também:  Polícia Civil prende responsável por assassinato poucas horas após crime em Nova Mutum

Dentre as duplas femininas que participam do Circuito estão as atletas Duda e Ana Patrícia, que já garantiram vaga nos Jogos de Paris 2024, e Bárbara Seixas e Carol Solberg. Na disputa masculina, os destaques são os atuais campeões brasileiros Arthur Mariano e Adrielson, além de Evandro e Arthur Lanci, que venceram a etapa realizada em Cuiabá no ano passado.

Também em evidência na competição, o mato-grossense Heitor Frank, que joga ao lado do atleta Vinícius, do Espírito Santo, está em segundo lugar no ranking da temporada. Bolsistas do programa Olimpus do Governo de Mato Grosso, Bárbara Martins e Larissa Dalmoro formam uma das duplas que representam o Estado no Circuito.

A quinta etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia é uma realização da Federação Mato-grossense de Voleibol e da Confederação Brasileira de Voleibol. Os horários das partidas serão divulgados em breve. Nos dias de jogos, haverá também uma campanha para coleta de doações de alimentos.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

Publicados

em

Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Leia Também:  Depois de 30 anos o Araguaia deve voltar a eleger um deputado federal

Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

Leia Também:  Mutirões eleitorais noturnos em Campo Verde buscam biometria junto ao público universitário

Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA