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Ministra do TSE fala sobre violência política contra a mulher durante evento em Cuiabá

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A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Maria Cláudia Bucchianeri participa, no próximo dia 6 de setembro, do seminário Violência Política contra a Mulher. Ela vai abordar o tema ‘A participação da mulher na política e a verdadeira democracia’. O evento será realizado das 16h às 18h, de forma híbrida, virtualmente pela plataforma Teams e presencialmente no auditório do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso. As inscrições já estão abertas.
 
O evento discutirá o crime de violência política contra as mulheres, há um ano introduzido no Código Eleitoral, a fim de tornar conhecidas as características dessa prática. O seminário é voltado aos magistrados(as), servidores(as) e assessores(as) do Poder Judiciário, membros e servidores(as) do Ministério Público, Procuradoria de Justiça e da Defensoria Pública, advogados(as), jornalistas, assessores(as) de imprensa, bem como integrantes de partidos políticos e mulheres candidatas.
 
Além da ministra, também participarão do seminário procurador regional eleitoral Erich Masson, que falará sobre ‘Violência política contra a mulher: o que diz a legislação’, bem como a juíza de direito e diretora da Escola Judiciária Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso, Ana Cristina Mendes, que abordará ‘A Justiça eleitoral no combate à violência política contra a mulher no Brasil’.
 
A ação é uma realização da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), da Escola Superior da Advocacia (ESA) e da Escola Judiciária Eleitoral (EJE), com o apoio do Poder Judiciário de Mato Grosso, Ordem dos Advogados Brasil de Mato Grosso, Tribunal Regional Eleitoral e Comissão da Mulher Advogada da OAB-MT.
 
Keila Maressa
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Período de defeso da Piracema será entre 1º de outubro de 2026 e 31 de janeiro de 2027 em MT

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O defeso da Piracema em Mato Grosso continuará no mesmo período dos últimos anos, entre os dias 1º de outubro de 2026 e 31 de janeiro de 2027, segundo decisão do Conselho Estadual de Pesca (Cepesca). A determinação ocorreu, nesta quinta-feira (23.4), durante a 2ª Reunião Ordinária do ano, transmitida ao vivo pelo canal do YouTube da Sema. A resolução será publicada no Diário Oficial nos próximos dias.

Nesse período, será permitida a pesca de subsistência desembarcada nos rios das bacias hidrográficas do Paraguai, Amazonas e Araguaia-Tocantins. A medida reforça que a pesca de subsistência é a praticada artesanalmente por ribeirinhos ou comunidades tradicionais e garante apenas a alimentação familiar, sem fins comerciais. As demais modalidades estarão proibidas.

O Cepesca decidiu manter o período baseado nos estudos de monitoramento reprodutivo dos peixes de interesse pesqueiro no Estado. Os dados técnicos foram apresentados pela pesquisadora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e conselheira do Cepesca, Lucia Mateus.

Em sua apresentação, a pesquisadora mostrou dados que indicam que o pico reprodutivo ocorre entre outubro e janeiro. Nestes meses, a probabilidade de encontrar peixes em atividade reprodutiva chega a 80%. “A definição do período de proibição deve buscar o equilíbrio entre a máxima proteção dos estoques com o mínimo prejuízo aos usuários do recurso. Neste período, os rios ainda estão com volume relativamente baixo de água e os peixes estão reunidos em cardumes para a migração, fator que aumenta o adensamento dos peixes e a vulnerabilidade”, explicou Lúcia.

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O Monitoramento da Reprodução de Peixes de Interesse Pesqueiro no Estado de Mato Grosso tem 10 anos de análise. Desde 2015, o Cepesca, em atendimento à Notificação Recomendatória do Ministério Público, iniciou estudos e compilou dados técnicos científicos já existentes sobre o período reprodutivo dos peixes de interesse comercial nos principais rios do estado. A análise permitiu integrar dados que incluem informações mensais sobre a reprodução de várias espécies desde 2004. Os resultados desta análise vêm sendo atualizados anualmente.

“Mato Grosso é o único Estado do país que reúne o seu Conselho de Pesca para definir o período de defeso, pois temos acesso a este trabalho que é feito pelas universidades. São informações completas, de muito tempo, com dedicação de muitos profissionais. Os dados mostram que mais de 80% do período reprodutivo acontecem nestes três meses, então é uma decisão bem técnica que o Conselho coloca aqui do que é melhor para a reprodução dos peixes”, destacou o secretário executivo da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e presidente do Cepesca, Alex Marega.

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Fonte: Governo MT – MT

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