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MTPrev Itinerante estará em Sinop no dia 24 de julho; inscrições abertas

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O MTPrev Itinerante estará em Sinop (480 km de Cuiabá), no dia 24 de julho, com uma programação especial voltada aos servidores públicos da Região Norte de Mato Grosso. O evento será realizado a partir das 8h, no Auditório da Diretoria Regional de Educação (DRE) do município.

Esta será a primeira edição do projeto em que será necessário realizar uma inscrição para participar das palestras, no período da manhã, e uma inscrição para participar do Plantão Tira Dúvidas, no período da tarde. O novo modelo visa melhorar ainda mais o atendimento individualizado.

Temas das palestras:

  • Vida Funcional e Averbação

  • O papel da Perícia Médica Previdenciária nos processos de benefícios

  • Regras de Aposentadoria e os impactos da Reforma da Previdência

As inscrições podem ser feitas até o dia 21 de julho ou até as vagas se esgotarem.

A ação faz parte do programa de Educação Previdenciária desenvolvido pelo MTPrev desde 2021, com o objetivo de aproximar servidores ativos, aposentados e pensionistas do interior do estado.

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Certificação

Quem quiser receber certificado de participação deve:

  1. Se cadastrar no site de capacitações da CGE-MT

  2. Fazer a leitura do QR Code da lista de presença, que será disponibilizado durante as palestras.

  3. Importante: O certificado só será emitido para quem cumprir ambas as etapas.

Serviço | MTPrev Itinerante – Sinop

Data: 24 de julho de 2025

Horário: 8h às 12h (palestras) | 13h30 às 17h30 (plantão)

Local: Auditório da DRE – Rua dos Lírios, 460A, Setor Residencial Sul, Sinop

Fonte: Governo MT – MT

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Banco é condenado por vender veículo apreendido sem prestar contas à consumidora

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A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • Instituição financeira é condenada por vender veículo apreendido sem prestar contas e manter nome de cliente negativado.

  • Indenização inclui valor do carro com base na Tabela FIPE e compensação por dano moral.

A apreensão e venda de um veículo financiado sem a devida prestação de contas ao consumidor resultaram na condenação de uma instituição financeira ao pagamento de indenização por danos materiais e morais. A decisão é da Primeira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, sob relatoria do juiz convocado Marcio Aparecido Guedes.

A consumidora teve o carro apreendido em razão de contrato garantido por alienação fiduciária. Após a venda do bem, contudo, não recebeu informações sobre o valor obtido na negociação, nem sobre a amortização do débito. Além disso, mesmo depois da alienação do veículo, seu nome permaneceu inscrito em cadastro de inadimplentes.

Em Primeira Instância, a instituição foi condenada ao pagamento de R$ 26.381,45 a título de danos materiais, valor fixado com base na Tabela Fipe, além de R$ 5 mil por danos morais. No recurso, a empresa alegou ausência de provas, ilegitimidade passiva em razão da cessão do crédito a terceiro e inexistência de dano moral indenizável.

Ao analisar o caso, o relator afastou a preliminar de carência da ação, destacando que a autora apresentou elementos mínimos para demonstrar os fatos constitutivos do seu direito, cabendo ao credor comprovar o valor efetivamente obtido com a venda do veículo e a correta aplicação do montante na quitação do débito, conforme artigo 373, inciso II, do Código de Processo Civil.

Também foi rejeitada a alegação de ilegitimidade passiva. Segundo o voto, a eventual cessão do crédito não afasta a responsabilidade da instituição quando a controvérsia envolve condutas praticadas no âmbito da relação contratual originária, como a apreensão do bem e a ausência de prestação de contas.

O relator ressaltou que, nos contratos com alienação fiduciária, uma vez vendido o bem apreendido, o credor deve prestar contas do produto da venda, aplicando-o na quitação da dívida e restituindo eventual saldo ao devedor, nos termos do Decreto-Lei nº 911/1969. Diante da ausência de comprovação do valor obtido na alienação, foi considerada legítima a utilização do valor de mercado indicado pela Tabela FIPE como parâmetro indenizatório, admitida a compensação com eventual saldo devedor para evitar enriquecimento sem causa.

Quanto ao dano moral, a Câmara entendeu que a manutenção indevida do nome da consumidora em cadastro restritivo após a alienação do veículo configura ato ilícito e gera dano moral presumido, independentemente de prova específica do prejuízo.

Processo nº 1041388-17.2024.8.11.0041

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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