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Natjus: relatório anual do Núcleo de Apoio Técnico do Poder Judiciário será apresentado dia 31

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O Comitê Estadual de Saúde do Poder Judiciário de Mato Grosso e a Escola Superior da Magistratura (Esmagis-MT) realizam na próxima quarta-feira (31 de maio), das 10h às 11h, o webinário “O relatório anual do Núcleo de Apoio Técnico do Poder Judiciário – Natjus”. O evento será ofertado de maneira virtual.
 
A abertura será feita pela desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, presidente do Comitê de Saúde e diretora-geral da Esmagis-MT. Na sequência, será realizada palestra com o juiz Gerardo Humberto Alves da Silva Junior e com a coordenadora administrativa do Natjus, a fisioterapeuta Norma Carolina Knaul Albuquerque Siqueira. Após as palestras será realizado um Fórum para análise, perguntas e discussão dos temas propostos.
 
Segundo o juiz Gerardo Humberto, o conhecimento sobre o Núcleo de Apoio Técnico do Poder Judiciário constitui tema de extrema relevância, considerando o elevado número de ações em trâmite no Tribunal de Justiça de Mato Grosso. “É necessário, portanto, que os magistrados e magistradas sejam atualizados, com o fim especial de enfrentarem esse relevante tema”, assinalou.
 
Podem se inscrever para a iniciativa magistrados, magistradas, assessores, assessoras, servidores, servidoras, integrantes do Ministério Público, da Defensoria Pública, do Tribunal de Contas, da Justiça Federal, advocacia e procuradorias dos municípios.
 
 
Palestrantes – Gerardo Humberto Alves da Silva Junior é mestre em Soluções Alternativas de Controvérsias Empresariais pela Escola Paulista de Direito (2017). Atualmente é professor da Esmagis-MT, diretor-geral da Escola da Magistratura Mato-grossense (Emam) e juiz de Direito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Atuou como juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça do TJMT no biênio 2019/2020.
 
Norma Carolina Knaul Albuquerque Siqueira é fisioterapeuta, concursada da Secretaria de Estado de Saúde desde 1995. Coordenadora Administrativa do NatJus, ela tem especialização em saúde pública e mestrado em gestão de serviços públicos.
 
Lígia Saito
Assessoria de Comunicação
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MPMT realiza visita técnica à Patrulha Maria da Penha

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O Núcleo das Promotorias de Violência Doméstica e Familiar- Espaço Caliandra, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), realizou visita técnica à Patrulha Maria da Penha na tarde da última sexta-feira (24.04), em Cuiabá. A unidade é vinculada ao 1º Comando Regional da Polícia Militar.A promotora de Justiça Claire Vogel Dutra, acompanhada de equipe técnica, foi recebida pelo tenente-coronel Douglas Catanante, comandante-adjunto do 1º Batalhão da Polícia Militar, além de policiais que atuam diretamente nas ações preventivas e repressivas. O trabalho da Patrulha inclui visitas periódicas a mulheres em situação de violência que possuem medidas protetivas concedidas pela Justiça.Durante a reunião, a sargento Márcia Gonçalina de Morais Almeida apresentou dados de produtividade e destacou que a Patrulha conta atualmente com 14 policiais militares, responsáveis pelo atendimento nos municípios de Cuiabá, Chapada dos Guimarães, Santo Antônio do Leverger e Barão de Melgaço.Segundo a sargento, atualmente são acompanhadas 1.282 mulheres. “Temos recebido um volume crescente de processos. Há uma demanda elevada, possivelmente em razão do aumento das denúncias e da maior disseminação de informações sobre a violência doméstica. As regiões com maior incidência incluem os bairros Osmar Cabral, Pedra 90, Dom Aquino e a Baixada Cuiabana”, afirmou.Ela explicou que o acompanhamento é realizado com base em classificação individual de risco: leve, moderado ou elevado. “Nos casos de maior risco, as visitas são mais frequentes. Essa avaliação é feita na primeira visita, quando o policial acolhe o relato da vítima e verifica, in loco, a situação”, detalhou.A promotora Claire Vogel Dutra manifestou preocupação com o aumento do descumprimento de medidas protetivas. “O descumprimento tem sido expressivo e tem levado à adoção de medidas mais rigorosas. O monitoramento eletrônico passou a ser aplicado com mais frequência como forma de impedir a aproximação do agressor, assim como houve aumento nas prisões”, pontuou.Claire também ressaltou a dificuldade na definição de competência para atendimento quando há notícia de descumprimento de medidas protetivas. “Ainda há dúvidas operacionais: a quem acionar nessas situações? Nem sempre se trata de flagrante para o 190, e há casos em que não se enquadra diretamente na atuação da Patrulha. Nesses casos, temos orientado o encaminhamento à Delegacia Especializada de Defesa da Mulher”, explicou.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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