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Nosso Judiciário aborda crimes cibernéticos em palestra na escola Maria Dimpina

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A Escola Cívico-Militar Cuiabana Professora Maria Dimpina Lobo Duarte recebeu na última terça-feira (8 de agosto) o projeto Nosso Judiciário, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). A iniciativa tem como objetivo aproximar a instituição da comunidade estudantil, abordando de formas simples e didática diversos temas do universo jurídico. As palestras são ministradas pelo técnico judiciário Neif Feguri.
 
Entre os pontos abordados na palestra estão o funcionamento e a divisão estrutural do tribunal, direitos e deveres de todos os cidadãos, práticas de conciliação e justiça gratuita.
 
Crimes cibernéticos ou cyberbulling foi um dos temas que mais chamou a atenção dos alunos, conforme destacou a aluna Hellen Gonçalves da Silva: “Eu aprendi que fazer comentários racistas e homofóbicos na internet também é um crime gravíssimo”, disse a estudante.
 
O diretor da unidade escolar, Angelo Valentim, elogiou o projeto do TJMT e explicou que a atividade mostra para as crianças que o processo de cidadania também passa pelo judiciário. “Por mais que sejam pequeninos e não compreendam direito todo o processo, a aproximação com o judiciário desde cedo possibilita que eles vão inserindo isso no seu cotidiano”, avaliou o gestor.
 
Além da palestra, os alunos receberam a cartilha informativa “Como funcionam os Juizados Especiais”, elaborada por Neif Feguri e pelo técnico judiciário Antônio Cegati.
 
Proximidade com a comunidade
 
O projeto Nosso Judiciário foi iniciado em 2015 com o objetivo de aproximar a instituição da sociedade e divulgar informações sobre o funcionamento e a atuação da Justiça mato-grossense.
 
“A escola Maria Dimpina é a 123º unidade escolar a receber o Nosso Judiciário. Com isso, nos atingimos a aproximadamente 29 mil alunos nesses nove anos de projeto”, contabilizou Neif Feguri.
 
O Judiciário possui parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), que indica quais unidades deve receber a palestra. Entretanto, representantes de estabelecimentos de ensino, público ou privado, podem solicitar a palestra. Para isso é preciso entrar em contato pelos números (65) 3617-3032/3516.
 
#Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Foto 1: Print da reportagem com imagem dos estudantes assistindo à palestra sentados e com a cartilha impressa nas mãos. Foto 2: Print da reportagem com a estudante Hellen Gonçalves de camiseta verde e cabelos presos, sendo entrevistada pela equipe da TVJus, com banner azul e branco da escola cívico-militar ao fundo. Foto 3: Diretor Angelo Valentim, trajando camisa branca e óculos de grau, concedendo entrevista à equipe da TVJus.
 
Adellisses Magalhães
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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