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Novos juízes e juízas conhecem setores e rotina do trabalho administrativo no Fórum de Cuiabá

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Uma turma de juízes e juízas substitutas conheceu, nesta terça-feira (26 de setembro) a rotina de trabalho e os setores da maior Comarca do Estado, o Fórum de Cuiabá. A atividade faz parte do processo de formação de magistrados no Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) do Poder Judiciário de Mato Grosso (TJMT), que oportuniza conhecer as fases teóricas e práticas do trabalho jurisdicional. As autoridades foram recepcionadas pela juíza Edleuza Zorgetti Monteiro da Silva, e os membros da sua equipe que realizaram uma apresentação teórica com panorama sobre como funciona o trabalho administrativo do Fórum.  
 
“Essa capacitação é muito importante para os novos juízes. Antes de assumir suas comarcas eles estão sendo capacitados para saber como a gente trabalha aqui, nesta Comarca que é tão grande.  Nosso objetivo é instruir todos para que todos eles tenham conhecimento para comandar a sua unidade”, explicou a juíza Edleuza, diretora do Fórum de Cuiabá.
 
Na visita setorial, os juízes conheceram as dependências da Sala do Tribunal do Júri, Recursos Humanos, Assessoria Militar, Juízo Digital, Protocolo e Expediente, além da Central de Controle de Qualidade de Dados Processuais, considerados estratégicos na base da gestão do Fórum e que precisam ser de conhecimento, pois o trabalho administrativo das 79 comarcas de Mato Grosso, também faz parte da competência do juiz que responde pela diretoria da unidade. 
 
O juiz substituto Vinícius Paiva Galhardo, participante desta fase do Cofi do Poder Judiciário de Mato Grosso, destacou que a capacitação oportuniza aos magistrados conhecimento sobre como deve ser conduzido às demandas do trabalho administrativo no Fórum. 
 
“Essa capacitação é de extrema importância, já que a atividade do magistrado não se resume apenas em julgamentos processuais, mas também toda parte administrativa. Por isso, o conhecimento ofertado pelo Tribunal de Justiça, não apenas teórico, mas também prático, neste acompanhamento da rotina do Fórum de Cuiabá é essencial para que quando a gente assuma as comarcas no interior do Estado, todos tenham uma experiência e prática de como operacionalizar os sistemas que TJMT disponibiliza para o andamento dos trabalhos”, explicou o juiz Galhardo. 
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Grupo de quatro juízes sentados na mesa conversando com a diretora, uma mulher branca, usa óculos, tem cabelo curto encaracolado e veste uma camisa e terno branco com mangas de renda. Foto 2: Grupo de juízes dentro da sala setorial. Foto 3: Juiz Vinícius Paiva Galhardo, é um homem de pele branca, olhos claros, usa óculos de grau, tem cabelos curto e barba em todo contorno do rosto. Ele usa camisa azul, grava azul e terno cinza.
 
Carlos Celestino/ Fotos: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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