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Número de cirurgias realizadas no Hospital Regional de Sorriso cresceu 29%

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O Hospital Regional de Sorriso, administrado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), realizou 2.656 procedimentos cirúrgicos no primeiro semestre de 2024. De acordo com um levantamento realizado pela unidade, o número representa um aumento de 29% em relação ao mesmo período de 2019, quando foram realizados 2.054 procedimentos.

A unidade é responsável pelo atendimento da Macrorregião Norte de Saúde, que abrange cinco regiões e 36 municípios.

“O Hospital Regional de Sorriso, referência em alta e média complexidade para toda a região, tem aprimorado o seu serviço e apresentado boas performances. Assim como as demais unidades administradas pela SES, este hospital passa por uma ampla modernização em sua infraestrutura, que já está com 72% das obras concluídas. Com essa modernização, o nosso objetivo é ofertar um serviço de saúde cada vez mais eficiente para a população”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

A paciente Camily Vitória da Silva, de 18 anos, foi internada no hospital após sofrer um acidente de motocicleta, que resultou em uma fratura no úmero, além de uma lesão neurológica em um dos nervos responsáveis pela sensibilidade do antebraço e da mão. Devido à gravidade das lesões, a jovem permaneceu internada na unidade por três meses.

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Segundo o ortopedista Engels Abrantes, Camily passou por quatro procedimentos cirúrgicos e, em seguida, foi encaminhada para um tratamento de enxerto de pele na área afetada.

“Ela foi atendida na unidade com uma fratura grave e uma extensa lesão de pele, tão severa que não permitia a cobertura imediata. No centro cirúrgico, realizamos um procedimento conhecido como Controle de Danos, para estabilizar a situação. Posteriormente, foi realizado o enxerto de pele para tratar a área lesionada”, contou.

A paciente, que foi atendida pela equipe multidisciplinar do Hospital Regional de Sorriso, agradeceu por todo acolhimento e assistência recebidos durante os meses em que esteve internada.

“Assim que cheguei, fui imediatamente atendida e levada às pressas para o centro cirúrgico, onde a equipe de ortopedia e cirurgia vascular realizou a operação. Tenho muito a agradecer à equipe que cuidou de mim durante esses três meses de internação, tornando o processo mais leve. Sou especialmente grata às psicólogas, que me ajudaram a aceitar e enfrentar o longo período de recuperação”, agradeceu.

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A diretora do Hospital Regional de Sorriso, Ione Carvalho, explicou que o caso demandou o empenho de toda a equipe multidisciplinar e ressaltou a qualidade do atendimento prestado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na unidade.

“Graças ao comprometimento e à colaboração de toda a equipe de ortopedia, infectologia, clínica médica, além do setor de farmácia, tivemos um caso de sucesso. A paciente ainda necessitou de um prolongado tratamento com antibiótico intravenoso, que foi realizado com excelência no ambiente domiciliar”, disse.

A gestora ainda destacou que todos os atendimentos da unidade são realizados gratuitamente pelo SUS.

“O Hospital Regional de Sorriso é a principal referência para urgência e emergência, trauma e gestação de alto risco. Atendemos, via SUS, demandas eletivas e referenciadas de urgência da região, através da Central de Regulação Estadual, sendo porta aberta para gestantes de alto risco, concessionárias Rota do Oeste e Intervias, Corpo de Bombeiros e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)”, finalizou.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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