MATO GROSSO
Operação flagra 76 motoristas sem habilitação e 81 sem cinto de segurança em abril
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Também foram autuadas 54 pessoas por conduzirem veículos com calçados que não se firmam aos pés (como chinelos e sandálias sem alças traseiras que comprometem a utilização dos pedais), 39 pessoas dirigindo veículo segurando ou utilizando aparelho celular e 11 pessoas flagradas no banco do passageiro sem usar o cinto de segurança, equipamento de retenção obrigatório para todos os ocupantes do veículo.
“Quando a pessoa conduz um veículo sem ser habilitada, sem usar o cinto de segurança, com calçados inapropriados que podem prejudicar o manuseio dos pedais, ou falando ao celular, ela coloca em risco não somente a vida dela, mas o trânsito como um todo. Para termos um trânsito mais seguro é primordial a responsabilidade e o cuidado de todos”, enfatizou a coordenadora de Conformidade Legal do Detran-MT, Kelli Lopes Felix.
Nas operações realizadas no mês de abril foram confeccionados ao todo 398 Autos de Infração de Trânsito e 310 veículos fiscalizados. Os flagrantes ocorreram durante a operação “Forma Clara” realizada no mês de abril, em Cuiabá, pela equipe de fiscalização do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Batalhão de Trânsito da Polícia Militar e Semob.
Redução de sinistros
Ao longo do mês de maio serão realizadas diversas ações da Campanha Maio Amarelo em Mato Grosso com o objetivo de sensibilizar a sociedade para a construção de uma cultura de paz e segurança no trânsito.
A programação conta com palestras com estudantes do ensino médio, motoristas profissionais, em empresas, abordagens educativas com pit stop em avenidas de grande fluxo de veículos em Cuiabá e Várzea Grande com maiores índices de sinistros, amigo da rodada, entre outras ações.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas
A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.
O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.
Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.
“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.
Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.
“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.
As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.
Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.
Fonte: Governo MT – MT


