MATO GROSSO
Orquesta CirandaMundo e Tony Maia apresentam espetáculo em homenagem ao compositor e multi-instrumentista Arturo Sandoval
MATO GROSSO
A Orquesta CirandaMundo realiza nesta quinta-feira (11.9), às 20h, no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, um espetáculo em homenagem ao compositor e multi-instrumentista Arturo Sandoval, que terá a presença do trompetista Tony Maia.
A iniciativa conta com parceria do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).
A homenagem ao icônico artista cubano-americano, vencedor de 10 Grammys, entre diversas outras importantes premiações, reúne releituras de sua obra, com arranjos de Joelson Conceição, Andrew Moraes e John Stuart, sob a regência do maestro Murilo Alves.
O espetáculo é também um reconhecimento ao trabalho de Tony Maia, e sua contribuição para a cultura e a música instrumental em Cuiabá. “É um momento especial, em que homenageamos o trabalho do Tony, que há mais de duas décadas se dedica à música com tanto talento, amor e dedicação”, afirma o maestro Murilo Alves.
No repertório, clássicos dos álbuns vencedores do Grammy, além de canções que Arturo Sandoval admira, e interpreta em seus shows com frequência. “Escolhi canções que ele gosta de tocar até hoje, entre obras de outros compositores, que ele já revelou que gostaria de ter sido o compositor”, ressalta o trompetista, Tony Maia.
Os ingressos são gratuitos e já estão disponíveis no site www.sympla.com.br. No entanto, é necessário entregar dois quilos de alimentos não perecíveis na entrada do Teatro Zulmira Canavarros, para acessar o espetáculo.
Serviço: Orquesta CirandaMundo e Tony Maia – Homenagem a Arturo Sandoval
Data: Quinta-feira (11.9)
Horário: 20h
Local: Teatro Cerrado Zulmira Canavarros
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
TJMT amplia Rede de Enfrentamento e fortalece proteção às mulheres em Campinápolis
A expansão da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar em Mato Grosso segue avançando, consolidando o trabalho do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) na articulação de políticas públicas voltadas à proteção das mulheres. Nesta sexta-feira (24), uma nova unidade foi instalada no município de Campinápolis, por meio da atuação da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), coordenada pela desembargadora Maria Erotides Kneip.
A Rede tem como principal objetivo garantir uma resposta estatal integrada, superando a fragmentação histórica no atendimento às vítimas. Conforme explica a juíza da Comarca de Campinápolis, Michele Cristina Ribeiro de Oliveira, a proposta é assegurar que a mulher não precise mais percorrer, sozinha, diferentes instituições sem conexão entre si.
“O que se busca é uma atuação articulada e contínua, em que saúde, segurança pública, assistência social, educação e o sistema de justiça atuem de forma coordenada, garantindo prevenção, assistência, proteção e responsabilização, além da reeducação do agressor”, destacou a magistrada.
A iniciativa materializa, no âmbito local, o que já está previsto na Lei Maria da Penha: o enfrentamento à violência doméstica exige ação conjunta entre os entes federativos e suas estruturas. Com isso, o TJMT fortalece sua atuação como indutor de políticas públicas e garante maior efetividade na proteção das vítimas.
Além de integrar serviços, a Rede também atua como um canal institucional de escuta qualificada. Demandas que antes eram tratadas de forma isolada passam a revelar falhas estruturais, permitindo a construção de soluções concretas, como fluxos padronizados, protocolos conjuntos e capacitações intersetoriais.
Na prática, essa atuação integrada resulta em respostas mais rápidas e eficazes, reduzindo a revitimização, a demora no atendimento e a desarticulação entre os órgãos. “Nenhuma instituição sozinha consegue enxergar todo o ciclo da violência. A integração transforma a proteção em realidade concreta”, pontuou a juíza.
Também foi anunciada, durante a instalação da Rede, a implantação do Grupo Reflexivo para Homens Autores de Violência Doméstica e Familiar na comarca. A medida, prevista na Lei Maria da Penha, reforça a atuação do Judiciário não apenas na responsabilização, mas também na prevenção da reincidência.
Os grupos funcionam como espaços de diálogo e conscientização, promovendo a reconstrução de condutas. “Punir sem reeducar é, muitas vezes, devolver à sociedade o mesmo homem. O ciclo da violência só é interrompido quando o Estado atua também na transformação de quem agride”, ressaltou a magistrada.
Mato Grosso se destaca como estado pioneiro na implementação desses grupos, com iniciativas tomadas ainda em 2021, antes mesmo das diretrizes nacionais. A ação está alinhada à Recomendação nº 124/2022 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que orienta os tribunais a instituírem programas de reflexão e sensibilização de agressores.
Com a implantação da unidade em Campinápolis, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso reafirma seu compromisso com a proteção das mulheres e com a construção de uma Rede efetiva, capaz de transformar realidades e romper ciclos de violência em todo o estado.
Autor: Patrícia Neves
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT
Email: [email protected]
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