MATO GROSSO
Orquesta CirandaMundo realiza mais duas sessões do espetáculo Peer Gynt
MATO GROSSO
A Orquesta CirandaMundo realizará mais duas sessões do espetáculo Peer Gynt nesta quarta e quinta-feira (16 e 17.7), às 20h no Cine Teatro Cuiabá. A iniciativa conta com parceria do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).
O concerto cênico foi construído a partir de recortes do clássico Peer Gynt, peça teatral criada pelo dramaturgo norueguês Henrink Ibsen e, posteriormente, musicada pelo compositor da mesma nacionalidade, Edvard Grieg.
A peça explora temas como identidade, ambição e a busca por significado na vida. Nela temos a história de um anti-herói aventureiro e egocêntrico, conhecido como “imperador de si mesmo”, que busca fama e fortuna a qualquer custo, só que acaba encontrando desilusão e redenção.
O ator Sandro Lucose durante o espetáculo representará 13 personagens. “Nós fizemos um recorte dos principais momentos da história desse personagem mítico, que não abre mão da realização dos seus desejos, mas que acaba pagando um preço muito alto pela sua ambição”, sintetiza Lucose.
Os ingressos são gratuitos e já estão disponíveis no site. Porém, é necessário entregar dois quilos de alimentos não perecíveis na entrada do Cine Teatro para acessar o espetáculo.
Serviço: Espetáculo Peer Gynt – Orquesta CirandaMundo
Data: 16 e 17 de julho
Horário: 20h
Local: Cine Teatro Cuiabá
Fonte: Governo MT – MT
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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida
A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.
Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.
Fonte: Ministério Público MT – MT



