MATO GROSSO
Pagamento de taxas do Detran-MT pode ser feito por PIX
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“Hoje, com a opção do pagamento pelo PIX disponibilizada pelo Governo do Estado, o recebimento das taxas do Detran acontece em poucos segundos, proporcionando a baixa instantânea do valor pago, o que dá mais agilidade na conclusão do serviço ao cidadão”, destacou o presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos.
Antes o Detran emitia as taxas apenas com o código de barras para pagamento. Então, após pagar, o cidadão precisava aguardar até uma hora para a compensação do valor. Agora os boletos de pagamento são emitidos também com um QR Code, já para a opção do pagamento no PIX.
O diretor de Habilitação e Veículos do Detran-MT, Alessandro de Andrade, observou que a medida, adotada pelo Governo de Mato Grosso em março de 2022, é uma forma de tornar o serviço público mais eficiente. “Mesmo aos finais de semana, as taxas podem ser pagas no PIX, garantindo a baixa instantânea do débito”, ressaltou.
O pagamento pode ser feito por qualquer pessoa física ou jurídica que tenha uma conta em uma instituição financeira ou de pagamento, incluindo os bancos que não são conveniados com o Governo do Estado, como os digitais, desde que sejam participantes do PIX.
Fonte: GOV MT
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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida
A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.
Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.
Fonte: Ministério Público MT – MT



