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“Parceria de educadores e militares é fundamental para construirmos a educação que queremos para MT”, afirma vice-governador

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O vice-governador Otaviano Pivetta destacou a importância da colaboração entre educadores e militares para a continuidade e expansão das Escolas Cívico-Militares em Mato Grosso.

“Investir na educação é garantir um futuro melhor para nossos jovens. Os militares terão um papel fundamental em fortalecer o ambiente escolar, trazendo mais segurança e disciplina. No entanto, essa transformação só será possível com o trabalho conjunto dos nossos educadores, que são a base dessa mudança. Contamos com todos para construir a educação que queremos para os mato-grossenses”, afirmou Otaviano Pivetta.

A declaração foi feita durante o evento de Formação das Escolas Estaduais Cívico-Militares, realizado nesta terça-feira (28.1), na Assembleia Legislativa, com a participação de 500 militares que irão atuar nas unidades do Estado.

A iniciativa foi liderada pelo vice-governador para aumentar o número de escolas militares sem comprometer o efetivo da Segurança Pública, permitindo a atuação de militares da reserva em atividades extracurriculares e na gestão escolar.

O modelo cívico-militar mantém o currículo tradicional da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), com professores responsáveis pelo ensino, enquanto os militares contribuem para a organização e disciplina das unidades. Os profissionais passaram por Processo Seletivo Simplificado para atuar como Apoio Técnico Especializado Cívico-Militar e Inspetor Cívico-Militar.

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O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, ressaltou os resultados positivos do modelo, especialmente em áreas vulneráveis, como o bairro Pedra 90, em Cuiabá. “O modelo tem mostrado resultados positivos, especialmente em locais com grandes desafios, como evasão escolar e violência. No Ideb de 2023, sete das 10 escolas com as melhores notas são cívico-militares, o que comprova a eficiência e integração desse modelo”, afirmou.

Atualmente, Mato Grosso conta com 31 escolas cívico-militares. Até março, o número deve chegar a 100 unidades, ampliando a oferta de ensino para milhares de jovens mato-grossenses.

A solenidade contou também com a presença da coordenadora das Escolas Militares e Cívico-Militares do Estado, tenente-coronel Nágila Brandão, do coronel Josiel Borges, do Corpo de Bombeiros, e do tenente-coronel Anthony César, da Polícia Militar.

Fonte: Governo MT – MT

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Liminar do TJMT mantém investigação de estupro de vulnerável

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) obteve decisão liminar favorável no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que suspendeu o arquivamento de um inquérito policial que apura um crime de estupro de vulnerável na Comarca de Tapurah.A medida foi concedida pela desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, relatora do Mandado de Segurança Criminal impetrado pelo MPMT contra decisão da então Vara Única da comarca, que havia determinado de ofício o encerramento da investigação.O mandado de segurança foi ajuizado pela 1ª Promotoria de Justiça de Tapurah, por meio do promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, após o Juízo de primeiro grau indeferir um pedido de prorrogação de prazo para a realização de diligências complementares e, na sequência, determinar o arquivamento do inquérito policial sem manifestação ministerial pelo encerramento do caso.Na impetração, o MPMT argumentou que o arquivamento determinado de ofício representou interferência em atribuição constitucional do Ministério Público, titular exclusivo da ação penal pública. Conforme destacou o promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, a investigação possuía diligência essencial e viável ainda pendente de realização.Ao analisar o pedido liminar, a desembargadora relatora reconheceu, em juízo preliminar, a relevância das alegações apresentadas pelo Ministério Público. Na decisão, destacou que o sistema processual penal brasileiro é regido pelo modelo acusatório, no qual cabe ao Ministério Público formar sua convicção acerca da possibilidade de denúncia, da necessidade de novas diligências ou do arquivamento da investigação.A relatora ressaltou ainda que o requerimento ministerial não consistia em simples pedido genérico de prorrogação, uma vez que foram especificadas diligências concretas e sua finalidade para a conclusão da investigação.Com a concessão da liminar, ficam suspensos os efeitos da decisão que determinou o arquivamento do inquérito policial, preservando-se a possibilidade de realização das diligências consideradas necessárias pelo Ministério Público até o julgamento definitivo do mandado de segurança pela Turma de Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça.O MPMT ressalta que, em razão do segredo de justiça que protege a identidade das vítimas, não serão divulgadas informações adicionais sobre o caso concreto ou quaisquer dados que possam, direta ou indiretamente, identificá-las.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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