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Parque Estadual da Serra Azul e APA Pé da Serra intensificam monitoramento para evitar incêndios florestais no período de seca

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Equipes de vigilância e servidores do Parque Estadual da Serra Azul e da Área de Proteção Ambiental Pé da Serra, localizados em Barra do Garças (520 km de Cuiabá), intensificaram as ações de monitoramento para o controle de incêndios florestais no período de seca.

A fiscalização é realizada por meio da sala de monitoramento, que possui câmeras que foram dispostas de forma estratégica nas regiões de maior risco. Os equipamentos permitem a verificação de qualquer possível foco de calor, possibilitando o acionamento do Corpo de Bombeiros de forma imediata. Neste período de estiagem, as ações de vigilância acontecem em tempo integral.

Cristiane Schnepfleitner, gerente do Parque Estadual da Serra Azul, explica que a unidade de conservação está localizada em uma area de serra, o que facilita a propagação de incêndios. Por isso, exige atenção redobrada no período de estiagem.

“O monitoramento é muito importante. É o passo pilar da proteção de qualquer unidade de conservação e permite antecipar os riscos de danos, especialmente neste período de seca, permitindo uma resposta em tempo hábil para a contenção e combate dos focos de calor, chegando à responsabilização”.

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Para realizar o monitoramento, a gestão conta com o apoio do Corpo de Bombeiros, Ministério Público Estadual (MPE), Fundo Brasileiro Para a Biodiversidade (Funbio) e da empresa Infobarra.

*Texto com supervisão de Renata Prata

Fonte: Governo MT – MT

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Edital da Secel viabiliza inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande

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O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.

Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.

“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.

O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.

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Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.

Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.

“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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