MATO GROSSO
PM faz a troca de comandante subchefe de Estado-Maior Geral nesta quarta-feira (9)
MATO GROSSO
A Polícia Militar realizará, nesta quarta–feira (9), a solenidade de troca de comandante subchefe de Estado-Maior Geral, às 15h, no auditório do Quartel Geral da PM, em Cuiabá. No evento, o coronel Carlos Eduardo Pinheiro passará a função ao coronel Wilker Soares Sodré.
Coronel Pinheiro ficou à frente da subchefia de Estado-Maior Geral por mais de dois anos, o militar foi essencial na atividade operacional da instituição, com realização de importantes ações e operações de combate à criminalidade em conjunto com as demais força de segurança pública e os 15 Comandos Regionais e Especializados da PMMT.
Na cerimônia que será presidida pelo comandante–geral, coronel Jonildo José de Assis, o coronel Wilker Soares Sodré, de 47 anos, assumirá a Subchefia de Estado–Maior Geral da PM após cinco anos comandando o 4º Comando Regional de Rondonópolis.
Bacharel em Segurança Pública pela Academia de Polícia Militar Costa Verde, coronel Wilker Sodré concluiu o Curso de Especialização em Gestão de Segurança Pública pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em 2006. Participou da equipe de elaboração do Manual de Eleição do Policial Militar de Mato Grosso, em 2008; foi responsável pela elaboração do Manual de Procedimento Operacional Padrão da PMMT, em 2009.
Experiente, coronel Wilker Sodré promovido ao último posto da PM em abril do ano de 2018, foi chefe da seção de justiça e disciplina da Corregedoria–Geral da PMMT, comandou o 5º Batalhão de Polícia Militar de Rondonópolis, o Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental, dentre outras funções dentro da instituição.
Serviço
PM realiza troca de comandante da Subchefia de Estado- Maior Geral
Data: 09.01.2022
Horário: 15h
Local: auditório do QCG, Av. Hist. Rubens de Mendonça, bairro Novo Paraíso, Cuiabá.
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Delegado e investigador são condenados por corrupção
A Justiça condenou o delegado de Polícia Civil Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues, o investigador Marcos Paulo Angeli e os empresários Sidney Carlos de Paula e Romildo Queiroz de Souza por crimes de corrupção relacionados à atuação da Delegacia de Polícia de Peixoto de Azevedo. A sentença foi proferida pelo juiz Guilherme Leite Roriz, da 1ª Vara da comarca, nesta quinta-feira (16). De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), as investigações tiveram origem em apurações conduzidas pela Corregedoria da Polícia Civil, que revelaram um suposto esquema de cobrança e recebimento de vantagens indevidas para liberação de bens apreendidos e concessão de benefícios a pessoas presas.Segundo a sentença, diálogos obtidos por meio de captação ambiental autorizada judicialmente demonstraram que os dois agentes públicos discutiram a divisão de valores oferecidos, utilizando inclusive a expressão “fifty-fifty” para indicar a repartição igualitária da quantia. Além disso, a Justiça reconheceu a prática de dois crimes de corrupção passiva relacionados a pessoas presas na delegacia em novembro de 2023. Conforme a decisão, Geordan e Marcos Paulo solicitaram R$ 10 mil para que um empresário, preso em flagrante durante a Operação Hermes II, permanecesse em alojamento com ar-condicionado e não fosse recolhido à cela comum.Os dois também foram condenados por solicitar vantagem indevida de R$ 9 mil para que um homem, preso por embriaguez ao volante, fosse colocado em liberdade após o pagamento da fiança oficial de R$ 1 mil. De acordo com a decisão, conversas registradas pela investigação demonstraram que os acusados estabeleceram o valor total de R$ 10 mil, descontando a fiança legal e dividindo entre si a quantia restante.Pela condenação, o delegado Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues recebeu pena de 10 anos e 6 meses de reclusão, em regime inicial fechado, além de 210 dias-multa. Marcos Paulo Angeli foi condenado à mesma pena: 10 anos e 6 meses de reclusão em regime fechado e 210 dias-multa. Já Romildo Queiroz de Souza e Sidney Carlos de Paula foram condenados por corrupção ativa à pena de 2 anos e 8 meses de reclusão e 30 dias-multa cada um.Na sentença, o magistrado também decretou a perda dos cargos públicos de Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues, delegado da Polícia Civil, e Marcos Paulo Angeli, investigador da Polícia Civil. Segundo a decisão, as condutas praticadas demonstraram incompatibilidade absoluta com o exercício da função pública, especialmente por terem ocorrido no interior da própria delegacia e envolverem a comercialização de atos de ofício e benefícios a custodiados. A perda dos cargos deverá ser efetivada após o trânsito em julgado da condenação.
Fonte: Ministério Público MT – MT


