MATO GROSSO
PM prende família por tráfico e apreende mais de 350 porções de drogas
MATO GROSSO
Policiais militares do 15º Comando Regional prenderam quatro membros de uma facção criminosa, na tarde desta quarta-feira (05.02), em Peixoto de Azevedo. Com os suspeitos, foram apreendidas uma porção de maconha e 362 porções de cocaína, além de duas armas de fogo e 54 munições de calibres .32 e .38.
Em decorrência da Operação Tolerância Zero, a equipe de Cavalaria, em apoio aos policiais do 22º Batalhão, recebeu informações sobre uma família que estaria comercializando drogas e pertenceria a uma facção criminosa na cidade.
Os policiais se deslocaram até o endereço e, ao perceber a presença da equipe, dois homens tentaram fugir pulando os muros da casa e uma mulher, a matriarca da família, jogou um revólver calibre .38 em um terreno baldio.
A equipe de Cavalaria abordou os suspeitos, enquanto a outra equipe de policiais entrou na residência e localizou uma porção de maconha, uma balança de precisão e 17 munições calibre .32.
Em relato aos militares, um dos suspeitos confessou que o revólver era dele e que o irmão estava com uma pistola com outras munições.
Em diligência, os policiais realizaram buscas pelo irmão do suspeito, que foi localizado na residência da sogra. No local, a equipe localizou uma bolsa com uma pistola calibre .765 carregada e mais 32 munições calibre .38, além de 329 porções de substância análoga a cocaína prontas para comercialização.
Os policiais identificaram que os suspeitos já possuem passagem por tráfico ilícito de drogas, porte ilegal de arma, corrupção de menores e associação para o tráfico. Um dos homens fazia uso de tornozeleira eletrônica.
Diante dos fatos, os suspeitos foram encaminhados para delegacia, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
*Sob supervisão Wellyngton Souza
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Período eleitoral restringe contratação e movimentação de servidores a partir de 4 de julho
Diversas formas de admissão, contratação e movimentação de servidores estarão proibidas a partir de 4 de julho por causa do período eleitoral. A restrição permanece até o primeiro turno, em 4 de outubro, ou até 25 de outubro, caso haja segundo turno.
A orientação integra a cartilha elaborada pela Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) e Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT), que reúne as principais regras aplicáveis aos agentes públicos nas eleições de 2026.
O que é proibido
Durante o período vedado, não podem ser praticados atos de admissão ou movimentação de pessoal que não estejam expressamente autorizados pela legislação eleitoral. Entre as principais proibições estão:
- Nomear servidores fora das hipóteses legalmente permitidas;
- Contratar pessoal temporário sem necessidade urgente e devidamente justificada;
- Prorrogar contratos temporários, salvo em situações excepcionais indispensáveis à continuidade de serviços públicos essenciais;
- Efetuar movimentações de servidores de ofício, como cessão, redistribuição, relotação, remoção ou transferência;
- Demitir servidores sem justa causa;
- Exonerar servidores efetivos de ofício;
- Praticar atos administrativos que, sem justificativa legítima, dificultem ou impeçam o regular exercício das funções do servidor público.
O que continua permitido
A legislação também prevê exceções para assegurar a continuidade da administração pública e dos serviços essenciais. Entre as situações permitidas estão:
- Nomeação e exoneração de ocupantes de cargos em comissão e funções de confiança;
- Nomeação de aprovados em concursos públicos homologados antes do início do período vedado;
- Realização de concursos públicos em qualquer fase, incluindo publicação de editais, aplicação de provas e divulgação de resultados;
- Demissão de servidores decorrente de processo administrativo disciplinar ou a pedido do próprio interessado;
- Criação e provimento de cargos em comissão e funções de confiança, desde que observadas as normas de responsabilidade fiscal.
Embasamento
As orientações seguem a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pareceres jurídicos da PGE.
O descumprimento das regras pode gerar multas, responsabilização administrativa, cassação de registro ou diploma, inelegibilidade e outras penalidades previstas na legislação eleitoral e na Lei da Ficha Limpa.
Em caso de dúvidas, os agentes públicos devem consultar formalmente a CGE ou a PGE. Acesse AQUI a cartilha.
Fonte: Governo MT – MT
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