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PM prende homem com 1,4 mil porções de cocaína e R$ 6,7 mil em dinheiro em Várzea Grande

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Um homem, de 38 anos, foi preso pela Polícia Militar por tráfico de drogas e corrupção ativa, na noite desta sexta-feira (15.3), em Várzea Grande. O suspeito tentou subornar os policiais militares para não ser preso e, com ele, foram apreendidas 1.447 porções de cocaína e R$ 6,7 mil em dinheiro proveniente do crime.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes da 25ª Cia de PM receberam denúncias sobre uma movimentação suspeita no pátio de um posto de combustível, na Rodovia dos Imigrantes. De acordo com as informações, um homem, circulando em um veículo Gol, estava entregando pacotes para diversas pessoas que passavam pelo local.

Os policiais foram ao local e constataram os fatos. Ao se aproximarem para abordagem ao homem, os militares viram o suspeito arremessando um objeto para fora do carro. Na revista pessoal, a PM encontrou a quantia de R$ 400,00 em dinheiro. Em verificação ao material jogado pelo suspeito, a equipe encontrou 18 porções de cocaína e mais R$ 1 mil.

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Questionado sobre a procedência dos materiais encontrados, o homem relatou que adquiriu as drogas e que fazia a venda dos entorpecentes no local. O suspeito também afirmou possuir outras drogas guardadas em uma suposta residência, no bairro Costa Verde.

Os militares foram com o suspeito até a região e o homem começou a apresentar versões desencontradas sobre o verdadeiro endereço de sua casa. O criminoso também ofereceu uma quantia em dinheiro aos policiais para que fosse liberado da ocorrência.

Por fim, o homem revelou que sua residência estava no bairro Água Limpa. A equipe da 25ª Companhia foi ao endereço correto e realizou buscas na casa, sendo localizados mais 1.429 porções de cocaína, cinco balanças de precisão e materiais utilizados no tráfico de drogas. Também na casa, dentro de uma caixa, a PM apreendeu mais R$ 5,3 mil em dinheiro.

Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido até a Central de Flagrantes de Várzea Grande, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Aprimoramento do suporte pedagógico e valorização de potencialidades marcam debate sobre inclusão

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A inclusão escolar ultrapassa a dimensão técnica e demanda a construção de um ambiente pautado pela empatia, pela escuta e pela compreensão das diferenças. A reflexão é do professor Agnaldo Fernandes, um dos mais de mil participantes do evento “TJMT Inclusivo: Autismo e Direitos das Pessoas com Deficiência”, realizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

Com 24 anos de atuação na rede pública de ensino em Cuiabá e Várzea Grande, o educador destacou que o processo inclusivo se consolida, sobretudo, na convivência e no envolvimento de toda a comunidade escolar. “Existe também um trabalho importante com os demais estudantes, para que compreendam as diferenças e participem, respeitem e entendam. Exige preparo, sensibilidade e tempo”, afirmou.

A vivência em sala de aula, como professor de Artes, também revela o potencial expressivo dos estudantes atípicos quando encontram estímulos adequados. Segundo o professor Agnaldo Fernandes, há um envolvimento natural dos educadores em buscar estratégias mais direcionadas, especialmente em áreas como as artes, onde muitos alunos demonstram habilidades significativas. “A gente se apega muitas vezes, quer trabalhar de uma forma mais específica, mais enfática, pra que ele consiga se desenvolver, principalmente na minha área, que tem crianças que conseguem ter um potencial incrível na área de artes. Alguns autistas, por exemplo, conseguem trabalhar pintura, o faz de conta, uma série de elementos da arte que são interessantíssimos”, relatou.

No entanto, o tempo limitado e a dinâmica da rotina escolar acabam impondo barreiras à continuidade desse trabalho mais aprofundado. “Só que você tem muito pouco tempo pra trabalhar, aí você tem a próxima turma e a próxima turma e a próxima turma”, acrescentou, ao destacar a dificuldade de conciliar a atenção individualizada com a demanda de múltiplas turmas ao longo do dia.

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Ainda assim, o compromisso dos professores se mantém como um dos pilares da inclusão. O educador enfatiza que há um esforço contínuo para oferecer o melhor atendimento possível, mesmo diante das limitações estruturais. “A gente se esforça muito, tenta fazer o máximo, mas a gente gostaria que tivesse mais um apoio, um espaço específico pra aqueles que precisam, porque são seres humanos que necessitam de um acompanhamento maior”, afirmou.

Para ele, a ampliação desse suporte pode representar um avanço significativo não apenas no processo de aprendizagem, mas também na construção de perspectivas futuras para esses estudantes. “Esse apoio mais estruturado permitiria que eles se desenvolvessem melhor e pudessem, futuramente, estar no mercado de trabalho de uma forma muito mais efetiva”, concluiu.

Promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o evento foi realizado na quinta-feira (16), na Igreja Lagoinha, reunindo mais de 2,1 mil participantes, entre coordenadores escolares, professores e cuidadores de alunos com deficiência. A iniciativa, conduzida pela vice-presidente do TJMT e presidente da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, reafirma o compromisso institucional do Judiciário mato-grossense com a promoção de direitos e com o fortalecimento de práticas inclusivas alinhadas às demandas sociais.

TJMT Inclusivo

O projeto reforça o compromisso do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, com o respeito à neurodiversidade, e dá cumprimento à Resolução nº 401/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece diretrizes de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência no âmbito do Judiciário. A iniciativa também está em consonância com a Lei nº 12.764/2012, conhecida como Lei Berenice Piana, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

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Autor: Patrícia Neves

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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