MATO GROSSO
PM realiza aula inaugural e imposição da luva de ombros para cadetes da 23ª turma de curso de oficiais
MATO GROSSO
A Polícia Militar de Mato Grosso realizou, na noite desta quarta-feira (26.2), a aula inaugural da 23ª Turma do Curso de Formação de Oficiais (CFO), na Igreja Presbiteriana de Cuiabá.
A cerimônia contou com a solenidade de imposição da luva de ombros aos 29 cadetes e palestra com o secretário de Estado de Segurança Pública (Sesp) em exercício, coronel Heverton Mourett, sob o tema “Gestão da Segurança Pública Frente aos Problemas Contemporâneos”.
O coordenador da Academia de Polícia Costa Verde (APMCV), tenente-coronel PM Gabriel Rodrigues Leal, afirmou que a imposição da luva de ombro simboliza um momento que marca a transição dos cadetes para uma nova fase da formação e que o evento representa a continuidade das tradições militares da instituição.
“A solenidade marca o começo de um novo ciclo na trajetória dos alunos, simbolizando o compromisso com a honra, disciplina e os valores que norteiam a formação do oficial militar. O curso tem a duração de dois anos e conta com uma rigorosa grade curricular para o aprimoramento do policiamento tático, ostensivo e preventivo em Mato Grosso”, disse.
O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Cláudio Fernando Carneiro Tinoco, frisou o comprometimento da instituição em preparar e capacitar os policiais militares do Estado acerca de inúmeros desafios da profissão, além de destacar os investimentos por parte do Governo do Estado com a entrega de viaturas, equipamentos e armamentos dos militares.
“Os alunos terão tempo necessário para saírem oficiais muito bem preparados para garantirem um trabalho de qualidade na Segurança Pública. Esses militares serão muito cobrados para terem excelência, comprometimento e ética no exercício da profissão. A Polícia Militar de Mato Grosso é uma das mais qualificadas e equipadas, sendo ainda, uma instituição de referência no país”, ressaltou o coronel Fernando.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos
Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.
Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.
Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.
Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.
Autor: Nadja Vasques
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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