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A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Maria Helena Póvoas, irá instalar o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Fazenda Pública em solenidade presencial nesta sexta-feira (2 de setembro), às 9h30. A cerimônia será realizada no auditório Desembargador Gervásio Leite, na sede do Palácio da Justiça, em Cuiabá e será transmitida ao vivo pelo canal oficial do TJMT no Youtube.
 
O presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos e Cidadania (Nupemec), desembargador Mário Kono de Oliveira estará presente na solenidade.
 
A instalação do Cejusc da Fazenda Pública é mais uma possibilidade que o Poder Judiciário estadual oferta para a resolução de litígios, de forma mais célere, barata e com todas as vantagens dos métodos adequados de solução de conflitos para processamento dos feitos que tenham como partes Estado ou Município.
 
A coordenadora do Nupemec, juíza Cristiane Padim da Silva, destaca a importância de mais este serviço à disposição da sociedade mato-grossense.
 
“A consensualidade na administração pública é uma possibilidade real no nosso ordenamento jurídico e a instalação do Cejusc da Fazenda Pública em nosso Estado facilitará o acesso da sociedade aos acordos com os entes públicos no que for possível negociar. Aliado a este benefício, podemos destacar a possibilidade de construção de soluções dialogadas sem a necessidade de ajuizamento de uma ação judicial. Imprescindível registrar que a instalação deste espaço autocompositivo só foi possível em razão do diálogo pacificador entre todos os envolvidos: Estado, Associação Mato-grossense dos Municípios, Ministério Público, Defensoria Pública, OAB e Poder Judiciário.”
 
Provimento –  Assinado pela presidente do TJMT e publicado no dia 15 e agosto, o Provimento N. 27/2022 dispõe sobre a instalação do Cejusc da Fazenda Pública e informa como s dará seu funcionamento.
O Cejusc da Fazenda Pública terá competência em todas as comarcas de Mato Grosso e receberá procedimentos pré-processuais relativos às causas no âmbito da administração pública.
 
O juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública da Capital, será o coordenador do Cejusc, que funcionará junto à secretaria unificada da Fazenda Pública, no Fórum de Cuiabá.
 
O magistrado homologará os acordos celebrados nos procedimentos pré-processuais. Os procedimentos referentes aos processos encaminhados pelas varas judiciais serão devolvidos ao juízo de origem para homologação (art. 8°, § 8º, da Resolução n. 125/2010-CNJ).
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidencia do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Edital da Secel viabiliza inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande

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O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.

Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.

“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.

O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.

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Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.

Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.

“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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