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Polícia Civil conclui inquérito e indicia mulher que atuava como falsa psicóloga

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A Polícia Civil concluiu as investigações para apurar a conduta criminosa de uma mulher que utilizava um diploma falso para trabalhar como psicóloga no município de Alto Taquari (480 km ao sul de Cuiabá).

O inquérito instaurado pela Delegacia de Alto Taquari foi finalizado na quarta-feira (31.07), com indiciamento da investigada pelos crimes de uso de documento público falso e exercício irregular de profissão.

As investigações iniciaram após denúncia anônima sobre uma mulher de 33 anos que usou diploma falso para obter registro junto ao Conselho Regional de Psicologia. Ela estava se passando por psicóloga e atendendo os pacientes na cidade.

Várias diligências foram realizadas pelos policiais civis para apurar as informações. Duas pacientes também foram ouvidas e confirmaram terem sido atendidas pela suspeita.

Em depoimento, as vítimas relataram que durante as consultas a mulher apresentava posturas incomuns se comparadas a outros profissionais da categoria.

Diante dos indícios e provas de crime, a Polícia Civil concluiu as investigações com o indiciamento da investigada por uso de documento público falso (pena de 2 a 6 anos de reclusão) e por exercício irregular da profissão.

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O inquérito foi encaminhado à Justiça, com cópia ao Ministério Público Estadual, para prosseguimento do processo penal.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil prende homem que manipulou criança na internet para cometer abuso

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, nessa sexta-feira (29.5), em Dom Eliseu, no Pará, um homem que manipulou uma criança de apenas nove anos, por meio da internet, e cometeu um abuso que resultou em lesão grave.

O caso teve início após a mãe da vítima procurou a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso (DEDMCAI) de Sinop informando que a filha, uma criança de nove anos, havia cometido uma ação sexual violenta contra si mesma a mando de uma pessoa que conheceu em um aplicativo de vídeos da internet.

As investigações apontaram que a criança sofreu forte manipulação psicológica e aliciamento, e que o suspeito solicitava o envio de vídeos de cunho sexual em troca de moedas usadas no jogo Roblox.

A criança ficou extremamente abalada psicologicamente, chegando a ameaçar atentar contra a própria vida quando a família descobriu sobre o crime. O último caso, que levou à descoberta, causou uma lesão que fez com que a criança precisasse ser submetida a um procedimento cirúrgico.

Diante da brutalidade dos fatos e do perigo iminente que o suspeito representava, a autoridade policial responsável pelo caso representou imediatamente pelos mandados de prisão, busca e apreensão e quebra de sigilo telemático do suspeito, que foram prontamente deferidas pelo Poder Judiciário.

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Nessa sexta-feira (29.05), uma equipe da DEDMCAI de Sinop percorreu mais de 2.700 quilômetros, atravessando cinco estados, e cumpriu os mandados de prisão preventiva e busca e apreensão em Dom Eliseu, no Pará.

O suspeito é investigado pelos crimes de estupro de vulnerável, posse de material de abuso sexual infantil e aliciamento de crianças com fins sexuais na internet.

A delegada Renata Evangelista, responsável pela investigação do caso, alerta aos pais sobre os perigos no ambiente virtual.

“O avanço da tecnologia trouxe os criminosos para dentro de nossas casas através das telas de celulares e tablets. Este caso trágico é um alerta urgente para todos os pais e responsáveis. O monitoramento do uso da internet por crianças não é invasão de privacidade, é um ato de proteção e sobrevivência. Os criminosos se passam por amigos e por crianças da mesma idade, utilizam jogos e redes sociais aparentemente inofensivas para manipular mentes vulneráveis. Fiquem atentos a mudanças repentinas de comportamento, isolamento e ao conteúdo consumido por seus filhos. A Polícia Civil está vigilante, mas a prevenção começa no ambiente familiar”, orientou.

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Fonte: Governo MT – MT

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