MATO GROSSO
Polícia Civil cumpre prisão de investigado em desparecimento de adolescente em Diamantino
MATO GROSSO
A Polícia Civil cumpriu, nesta sexta-feira (22.11), em Tangará da Serra, a prisão temporária de um jovem envolvido no desaparecimento de uma adolescente, no mês passado, na cidade de Diamantino.
Marina Sofia Menezes Ventura, que completou 14 anos neste mês, desapareceu na tarde de 20 de outubro, no bairro Bom Jesus, em Diamantino, após sair de casa e não fazer mais contato com familiares.
A Delegacia de Diamantino instaurou investigação para apurar o sumiço da menor e chegou à informação de que a adolescente foi vista em um veículo.
O investigado detido nesta sexta-feira foi reconhecido por uma testemunha como uma das pessoas vistas saindo de veículo, na estrada próximo a um frigorífico da cidade. Momentos depois, uma dupla que estava no mesmo veículo retirou do porta-malas uma pessoa com as mesmas características da adolescente desaparecida, que tinha as mãos amarradas.
Com base nas evidências reunidas na investigação, o delegado Marcos Bruzzi representou pela prisão temporária do jovem de 18 anos.
Nesta sexta-feira, a equipe policial da Delegacia de Diamantino fez diligências na cidade em busca do investigado e na residência foi informado que ele estaria em Tangará da Serra. Com apoio da Delegacia de Tangará, o jovem foi localizado e cumprida a prisão.
“Já reunimos vários elementos e continuamos com as investigações para chegar aos demais envolvidos no desaparecimento da adolescente”, informou o delegado de Diamantino.
Ouvido em interrogatório, o investigado se contradisse nas informações sobre o local onde estava durante o dia, na data em que adolescente desapareceu
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT



