CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

Polícia Civil deflagra operação e mira integrantes de facção criminosa em Marcelândia

Publicados

MATO GROSSO

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (11.11), a Operação Helena, para cumprir 40 ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa instalada em Marcelândia.

São cumpridos 21 mandados de prisão preventiva, três de prisão temporária e 16 de busca e apreensão domiciliar, além das quebras dos sigilos telefônicos em desfavor dos suspeitos, investigados por tráfico de drogas, tortura e outros crimes ocorridos na região.

As ordens judiciais foram expedidas pela 5ª Vara Criminal da Comarca de Sinop, embasadas nas investigações conduzidas pela equipe da Delegacia de Marcelândia, que começaram as apurações em 2024.

Conforme o delegado Emerson Marques Lima, a operação é reflexo das investigações aprofundadas que buscam o combate sistemático ao crime organizado, o que constitui uma das principais prioridades da Polícia Civil em Mato Grosso.

“A Polícia Civil atua diariamente no enfrentamento às facções em todo o território mato-grossense, desenvolvendo ações integradas e alcançando resultados expressivos com a prisão de criminosos, a desarticulação e a descapitalização desses grupos envolvidos com o tráfico de entorpecentes, homicídios e outros crimes graves”, destacou.

Leia Também:  Pai é condenado a 91 anos por abusos e aborto forçado em Sinop

Integração

O trabalho operacional contou com a participação de 55 policiais civis das delegacias vinculadas à Regional de Guarantã do Norte (Marcelândia, Itaúba, Terra Nova, Matupá, Peixoto de Azevedo e Guarantã do Norte), com apoio das Delegacias de Colíder e Cláudia, e com suporte aéreo do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), da Polícia Militar de Marcelândia e dos cães farejadores da Polícia Penal.

Até o momento, 16 pessoas foram presas.

Nome da Operação

A operação foi denominada “Helena”, em homenagem à delegada Helena Yloise de Miranda, que dedicou 42 anos de sua vida profissional à Polícia Civil e foi titular da Delegacia de Marcelândia por mais de 10 anos.

Helena Yloise de Miranda, de 69 anos, exerceu de forma brilhante suas funções, contribuindo para a segurança pública. A delegada faleceu no dia 31 de outubro, após sofrer uma parada cardíaca.

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MATO GROSSO

Justiça recebe denúncia e decreta prisão de acusados por homicídio

Publicados

em

A Vara Única de Alto Taquari (a 479 km de Cuiabá) recebeu denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e decretou a prisão preventiva de Jefferson Lima Pereira, Andréia Sabrina Lopez Silva, Alexsandro Vicente Bernazzoli e Alex Sandro Silva dos Santos, acusados de participação na morte de Carlos Henrique Silva Oliveira, ocorrida em novembro de 2025, no município. Segundo o MPMT, os investigados integravam uma organização criminosa com atuação estruturada e permanente na região.Os denunciados respondem pelos crimes de organização criminosa com participação de adolescentes, homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, emprego de tortura e recurso que dificultou a defesa da vítima, ocultação de cadáver, corrupção de menores, fraude processual, posse irregular de munição de uso permitido e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.Ao acolher a denúncia, o juízo também atendeu ao pedido formulado pelo Ministério Público e decretou a prisão preventiva dos quatro acusados. Na decisão, foram reconhecidos indícios suficientes de autoria, a materialidade dos crimes e o risco concreto à ordem pública e à instrução criminal, considerando a gravidade dos fatos, a atuação coordenada do grupo e a extrema violência empregada contra a vítima. Os mandados de prisão foram inseridos no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP).De acordo com as investigações, Carlos Henrique foi atraído a uma residência sob o pretexto de adquirir entorpecentes. No local, teria sido rendido, amarrado e levado para uma edícula nos fundos do imóvel, onde permaneceu sob o controle dos acusados. Conforme a denúncia, a vítima foi submetida a uma espécie de “tribunal do crime”, que durou cerca de uma hora e contou com a participação, por videochamada, de integrantes da organização criminosa.Entre os participantes estava um dos denunciados, que, segundo a apuração, se comunicava clandestinamente de dentro de uma unidade prisional. Ao término da reunião, teria sido autorizada a execução de Carlos Henrique.Ainda conforme a denúncia, o homicídio foi praticado com extrema crueldade. A vítima teve a orelha esquerda decepada e, posteriormente, foi morta por esgorjamento seguido de decapitação. Um vídeo da execução chegou a ser enviado aos familiares de Carlos Henrique. Após o crime, o corpo foi transportado e enterrado em uma área de mata, sendo localizado dias depois durante buscas realizadas pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar.

Leia Também:  Sorteio do Nota MT beneficia 165 entidades sociais com R$ 180 mil

Foto: Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA