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Polícia Civil esclarece homicídio de mulher ocorrido em Sinop e prende os três autores do crime

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Dois homens e uma mulher envolvidos no homicídio de uma mulher, ocorrido em Sinop (500 km ao norte de Cuiabá) e por ordem de lideranças de uma facção criminosa, foram presos pela Polícia Civil nesta quarta-feira (13.04), em cumprimento de mandados de prisões temporárias.

Os autores e coautores do crime foram identificados após diligências da Divisão de Homicídios de Sinop, para esclarecer a ocorrência registrada no dia 1º de março deste ano, contra a pessoa de Magna Ferreira Fideliz, executada a tiros.

De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Bráulio Cunha Junqueira, os indícios apontam que a morte da vítima foi decretada pelos líderes de uma organização criminosa.

O motivo foi pelo fato de Magna Ferreira ter envolvimento com a morte de uma terceira pessoa, também ligada à facção, ocorrida na divisa de Mato Grosso e Rondônia. Então, ela veio para Sinop se esconder, porém foi localizada e teve sua morte determinada.

Apurou-se que os responsáveis pela execução da vítima foram os dois suspeitos, com o apoio da jovem, irmã de um dos executores. Já a arma utilizada foi apreendida pela Polícia Militar e será encaminhada para exame de balística. Em posse de um dos presos foram recuperados a bolsa e o celular da vítima executada. 

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Conforme o delegado, há suspeitas de que a mesma arma de fogo tenha sido usada em outros homicídios neste ano, na região de Sinop. 

“Com a prisão dos suspeitos e os respectivos interrogatórios, houve a confirmação da autoria pela confissão de um dos autores, que confirmou as circunstancias e o motivo do crime”, disse o delegado de polícia.

Fonte: GOV MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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