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Polícia Civil prende personal trainer por tráfico de drogas em Cuiabá

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Um educador físico investigado pela Polícia Civil por envolvimento com tráfico de drogas foi preso, nesta terça-feira (04.2), em ação conduzida pela Delegacia Especializada em Repressão a Narcóticos (Denarc).

A prisão do “personal trainer”, de 43 anos, foi realizada em uma residência no bairro Canjica, em Cuiabá, local apontado nas investigações como ponto de venda de entorpecentes.

As investigações iniciaram a partir de uma denúncia anônima recebida pela Denarc, no dia 22 de janeiro. Com base na informação passada, os policiais monitoraram a região e, ao verificarem a movimentação suspeita no local, decidiram realizar a abordagem.

Durante a operação, os policiais encontraram sete porções de maconha escondidas na caixa do ar-condicionado e outras quinze porções da mesma substância, armazenadas no congelador. No local, também foram apreendidos uma balança de precisão, um celular e uma quantia em dinheiro.

Diante das evidências, o suspeito foi conduzido à Denarc, onde após ser interrogado pelo delegado Marlon Nogueira, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

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As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos.

Fonte: Governo MT – MT

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Justiça recebe denúncia e decreta prisão de acusados por homicídio

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A Vara Única de Alto Taquari (a 479 km de Cuiabá) recebeu denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e decretou a prisão preventiva de Jefferson Lima Pereira, Andréia Sabrina Lopez Silva, Alexsandro Vicente Bernazzoli e Alex Sandro Silva dos Santos, acusados de participação na morte de Carlos Henrique Silva Oliveira, ocorrida em novembro de 2025, no município. Segundo o MPMT, os investigados integravam uma organização criminosa com atuação estruturada e permanente na região.Os denunciados respondem pelos crimes de organização criminosa com participação de adolescentes, homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, emprego de tortura e recurso que dificultou a defesa da vítima, ocultação de cadáver, corrupção de menores, fraude processual, posse irregular de munição de uso permitido e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.Ao acolher a denúncia, o juízo também atendeu ao pedido formulado pelo Ministério Público e decretou a prisão preventiva dos quatro acusados. Na decisão, foram reconhecidos indícios suficientes de autoria, a materialidade dos crimes e o risco concreto à ordem pública e à instrução criminal, considerando a gravidade dos fatos, a atuação coordenada do grupo e a extrema violência empregada contra a vítima. Os mandados de prisão foram inseridos no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP).De acordo com as investigações, Carlos Henrique foi atraído a uma residência sob o pretexto de adquirir entorpecentes. No local, teria sido rendido, amarrado e levado para uma edícula nos fundos do imóvel, onde permaneceu sob o controle dos acusados. Conforme a denúncia, a vítima foi submetida a uma espécie de “tribunal do crime”, que durou cerca de uma hora e contou com a participação, por videochamada, de integrantes da organização criminosa.Entre os participantes estava um dos denunciados, que, segundo a apuração, se comunicava clandestinamente de dentro de uma unidade prisional. Ao término da reunião, teria sido autorizada a execução de Carlos Henrique.Ainda conforme a denúncia, o homicídio foi praticado com extrema crueldade. A vítima teve a orelha esquerda decepada e, posteriormente, foi morta por esgorjamento seguido de decapitação. Um vídeo da execução chegou a ser enviado aos familiares de Carlos Henrique. Após o crime, o corpo foi transportado e enterrado em uma área de mata, sendo localizado dias depois durante buscas realizadas pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar.

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Foto: Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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