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Polícia Civil prende segundo envolvido em roubo a residência de idosos em Pontal do Araguaia

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Um dos autores do roubo a residência de um casal de idosos, ocorrido em janeiro deste ano em Pontal do Araguaia, foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso, nesta quinta-feira (2.4), na Operação Contra-ataque, deflagrada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças.

Na operação, foram cumpridas três ordens judiciais, sendo um mandado de prisão preventiva, um de busca e apreensão de eletrônicos contra um dos envolvidos no crime. O segundo envolvido, menor de idade, já se encontra apreendido no Estado de Goiás por ato infracional semelhante.

O crime ocorreu no dia 16 de janeiro, quando dois homens invadiram a casa e, com emprego de arma de fogo, anunciaram o assalto.

Por meio das imagens gravadas pelo circuito de segurança instalado na residência, foi possível visualizar que os suspeitos rondaram a casa por três vezes na expectativa de encontrar o melhor momento para cometer o crime. Os suspeitos usaram camisetas no rosto para não serem identificados.

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Eles chegaram a invadir a casa por duas vezes. Na primeira vez, saíram sem nada. Não conformados, retornaram ao local, ocasião em que agrediram e ameaçaram as vítimas com a arma de fogo. Uma das vítimas foi amarrada pelos braços, enquanto a outra foi trancada em um dos cômodos da casa. Os criminosos subtraíram dinheiro, uma aliança de ouro e demais bijuterias.

As investigações da Derf de Barra do Garças levaram à identificação dos suspeitos, que são membros de uma facção criminosa, bem como do veículo utilizado pela dupla. Em posse dos mandados de prisão e de busca e apreensão, os investigadores lograram êxito em prender o envolvido maior de idade e apreender o veículo utilizado para a locomoção dos criminosos, bem como seu telefone celular.

“Diante disso, a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos cumpriu três medidas cautelares, como a prisão do criminoso, a apreensão do seu veículo e a apreensão do telefone celular, como resposta no combate à criminalidade, estabelecendo o sentimento de segurança que a sociedade merece”, destacou o delegado Nelder Martins Pereira.

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Fonte: Governo MT – MT

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TAC garante encerramento de lixão e recuperação ambiental

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Querência, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), no dia 31 de agosto, com o Município para garantir uma solução definitiva para a gestão dos resíduos sólidos urbanos, o encerramento do antigo lixão municipal e a recuperação ambiental da área degradada.A atuação ministerial teve início em 2013, quando foi instaurado inquérito civil para apurar irregularidades no gerenciamento e na destinação final dos resíduos sólidos no município. Naquele mesmo ano, vistoria realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) constatou a disposição inadequada de resíduos em lixão a céu aberto, sem impermeabilização do solo, com infiltração de chorume, ocorrência de queimadas e presença de catadores no local.Mesmo após diversas tentativas de resolução extrajudicial, a situação persistiu. Diante disso, o Ministério Público ingressou, em 2020, com uma ação civil pública visando interromper a disposição irregular dos resíduos, assegurar a destinação ambientalmente adequada e promover a recuperação da área degradada.Nos últimos anos, o município passou a encaminhar os resíduos sólidos urbanos para um aterro sanitário licenciado localizado em Água Boa, medida que representou um importante avanço na política de gestão de resíduos. Contudo, segundo o MPMT, a mudança da destinação final não elimina os passivos ambientais acumulados ao longo de décadas de utilização do lixão, tornando necessárias ações para o encerramento técnico da área e sua recuperação ambiental.Foi nesse contexto que o Ministério Público e o Município construíram uma solução consensual voltada à reorganização da política municipal de resíduos sólidos. O TAC estabelece obrigações específicas, responsáveis, cronograma de execução, mecanismos de fiscalização e prazos para a implementação das medidas.Entre as ações previstas estão o encerramento definitivo do lixão, a elaboração de diagnóstico ambiental e do Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), a regularização e o licenciamento da estrutura de transbordo dos resíduos, a manutenção da destinação final em aterro sanitário licenciado, o fortalecimento da coleta seletiva, a inclusão socioprodutiva dos catadores, o desenvolvimento de ações de logística reversa e a avaliação da sustentabilidade econômico-financeira dos serviços de limpeza urbana.O acordo também prevê a criação de um grupo de trabalho multidisciplinar para coordenar e acompanhar a execução das medidas, além do cumprimento de etapas condicionadas aos processos de licenciamento e aprovação ambiental.Para garantir a efetividade do TAC, a 1ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo específico para monitorar o cumprimento das obrigações assumidas. Também foi elaborado um controle detalhado dos prazos, que será compartilhado com o Município e com o Conselho Municipal de Meio Ambiente para acompanhamento e fiscalização das ações.Segundo a promotora de Justiça Daniela Moreira Augusto, o objetivo é solucionar de forma definitiva um problema ambiental que se arrasta há mais de uma década.“O TAC foi construído para ser efetivamente cumprido. Não se trata apenas de encerrar um processo ou de impedir o descarte de resíduos em determinado local. O encerramento de um lixão exige uma série de medidas, como a recuperação da área degradada, a mitigação dos passivos ambientais e a estruturação adequada do sistema de transbordo. Por isso, optamos por um acordo estrutural, com obrigações concretas, responsáveis definidos, prazos estabelecidos e acompanhamento permanente”, destacou.O cumprimento das obrigações será fiscalizado pelo Ministério Público, com participação do Conselho Municipal de Meio Ambiente. O TAC prevê ainda a apresentação de relatórios bimestrais de acompanhamento e estabelece multa diária em caso de descumprimento injustificado, sem prejuízo da adoção das medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.Com a formalização do acordo, o MPMT busca assegurar a execução de ações concretas para o encerramento definitivo do lixão, a recuperação ambiental da área degradada e a consolidação de um sistema municipal de manejo de resíduos sólidos ambientalmente adequado, sustentável e alinhado à legislação vigente.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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