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Polícia Civil prende traficante e fecha boca de fumo em Novo Mundo

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Policiais civis da Delegacia de Guarantã do Norte prenderam, na tarde de terça-feira (01.10), um traficante responsável pelo comércio de entorpecentes em uma boca de fumo no município de Novo Mundo.

O suspeito, de 36 anos, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, e outro homem, de 31, responderá por uso de entorpecentes. A ação resultou na apreensão de porções de entorpecentes e apetrechos relacionados à atividade ilícita.

As diligências iniciaram depois que os policiais do Núcleo de Combate ao Tráfico de Drogas, da Delegacia de Guarantã do Norte, receberem informações sobre um traficante na cidade de Novo Mundo.

Com base na denúncia, a equipe de investigadores passou a monitorar a residência do suspeito e constataram a movimentação típica do tráfico de drogas, com diversas pessoas entrando e saindo rapidamente do local.

Durante o trabalho de monitoramento, os policiais realizaram a abordagem de um usuário que havia acabado de sair da residência, ocasião em que apreenderam duas porções de maconha.

Em continuidade às diligências, os investigadores retornaram à residência e, ao avistar os policiais, o traficante tentou fugir, mas foi detido pelos policiais. Logo na entrada da casa, em cima de um balcão, os policiais avistaram dinheiro e porções de maconha.

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Também foram encontradas uma porção grande de maconha, que estava escondida dentro de uma fritadeira elétrica, além de balança de precisão e outros valores em dinheiro que estavam dentro de um guarda-roupas.

Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Guarantã do Norte, interrogado e autuado em flagrante por tráfico de drogas.

Fonte: Governo MT – MT

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MPMT reforça defesa da vida em júri de policial civil

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O julgamento do investigador da Polícia Civil Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves, acusado de matar a tiros o policial militar Thiago de Souza Ruiz foi retomado, nesta quarta-feira (13), por volta das 9h, no Fórum de Cuiabá.Durante a manhã, foi ouvido o delegado da Polícia Civil José Ricardo Garcia Bruno, que à época dos fatos era superior hierárquico do réu. Ainda devem prestar depoimento três testemunhas arroladas pela defesa: os delegados Guilherme Bertoldi, André Monteiro e Guilherme Facinelli.Na terça-feira (12), primeiro dia de julgamento, foram ouvidas a ex-convivente da vítima, Walkíria Filipaldi Corrêa; o delegado plantonista da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) no dia da ocorrência, André Eduardo Ribeiro; além de Gilson Vasconcelos Tibaldi de Amorim Silva e Walfredo Raimundo Adorno Mourão Júnior, que estavam presentes no momento do crime.O julgamento é conduzido pelo juiz Marcos Faleiros da Silva, da Quarta Vara Criminal da Capital. A acusação é sustentada pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins, coordenador do Núcleo de Defesa da Vida da Capital, com assistência do advogado Rodrigo Pouso. A defesa do réu é realizada pelos advogados Cláudio Dalledone e Renan Canto.De acordo com o promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins, o Ministério Público atua em defesa da sociedade e da preservação da vida, especialmente diante da gravidade do caso.“Estamos firmes na busca da responsabilização do réu e na tutela do interesse da sociedade em defesa da vítima. Trata-se de uma atuação que reafirma o compromisso institucional com a proteção da vida, sobretudo diante de um cenário de violência que preocupa toda a sociedade. O caso ganha ainda mais gravidade por envolver dois agentes de segurança pública, em um local de acesso público, colocando em risco outras pessoas”, destacou.O promotor também ressaltou a importância do Tribunal do Júri como instrumento democrático de participação popular.“O Conselho de Sentença representa um mecanismo fundamental de democracia participativa, em que o povo é chamado a exercer diretamente o poder de julgar. O Tribunal do Júri é o modelo mais público e transparente de realização da Justiça criminal. É importante que a população acompanhe e compreenda o trabalho desenvolvido pelos profissionais que atuam na tribuna, para que possamos alcançar’.
(Com informações do TJMT).Foto: Alair Ribeiro

Fonte: Ministério Público MT – MT

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