MATO GROSSO
Polícia Militar prende faccionado com tablete e porções de cocaína em Sinop
MATO GROSSO
Policiais militares do Grupo de Apoio (GAP) do 11º Batalhão prenderam um homem faccionado, de 24 anos, por tráfico ilícito de drogas, na tarde desta quinta-feira (2.4), em Sinop. Com o suspeito, a PM apreendeu tablete e porções de substância análoga a cocaína.
A equipe do GAP realizava patrulhamento urbano quando recebeu denúncia anônima sobre uma pessoa que, supostamente, estaria retirando grande quantidade de entorpecentes de uma residência, no bairro Vila Mariana.
Os policiais se deslocaram ao endereço e flagraram um homem deixando a casa, com uma mochila, e entrando em um veículo Gol de cor prata. Os militares se aproximaram do suspeito, que tentou se esconder no banco traseiro do automóvel.
Ele foi abordado e, na revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado. Já na vistoria veicular e busca na mochila, a PM localizou um tablete, seis porções grandes e 63 pinos contendo cocaína.
Para os policiais, o criminoso afirmou que vendia drogas a mando de uma facção criminosa e que estava retirando os entorpecentes de sua residência com receio de ser detido em alguma operação policial. Os militares fizeram buscas no interior da casa e não encontraram mais nenhum material ilícito.
O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos
Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.
Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.
Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.
Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.
Autor: Nadja Vasques
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]


