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Polícia Militar prende quatro faccionados por sequestro de mãe e filho em Campo Novo do Parecis

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A Polícia Militar de Mato Grosso prendeu dois homens e duas mulheres pelos crimes de roubo e sequestro e cárcere privado, nesta segunda-feira (2.3), em Campo Novo do Parecis. A quadrilha foi detida após invadir uma casa e fazer uma mulher e seu filho adolescente de reféns para cobrar uma dívida de uma facção criminosa.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da 16ª Companhia Independente foi acionada sobre o crime após um homem ir até a unidade militar e denunciar que sua esposa e seu filho estavam sendo mantidos sob cárcere privado por uma quadrilha de faccionados.

O homem relatou que estava sendo ameaçado pela facção criminosa por conta de uma dívida de R$ 3 mil. Ele ainda disse que estava em seu trabalho quando recebeu ligação dos criminosos que informaram estarem na sua casa e que matariam seus familiares caso ele não comparecesse ao local.

Diante das informações relatadas, as equipes policiais seguiram até o endereço do denunciante. Ao se aproximarem da casa, dois homens e uma mulher fugiram do imóvel, sendo um suspeito detido imediatamente no local, tentando fugir com uma bicicleta que pertencia à vítima.

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Nas diligências, os militares também detiveram os outros dois suspeitos nas proximidades do local do crime. Em seguida, os policiais foram até a residência de uma mulher e localizaram um simulacro de pistola, que havia sido utilizado no crime e guardada pelos suspeitos após a fuga da casa. A mulher também foi detida pela PM.

As vítimas do sequestro informaram que estavam dormindo quando os suspeitos invadiram a casa e anunciaram o crime. Elas ainda relataram que os criminosos mostraram o simulacro de arma de fogo e fizeram ameaças de morte contra eles.

Os quatro detidos foram conduzidos para a delegacia da cidade, onde foram reconhecidos pelas vítimas. Eles receberam voz de prisão e foram entregues à Polícia Judiciária Civil para demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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