MATO GROSSO
Polícia Militar prende suspeito por porte ilegal, apreende armas e munições
MATO GROSSO
De acordo com informações do boletim de ocorrência, durante patrulhamento de rotina pela região, os militares identificaram o condutor de um veículo Hyundai Tucson, em alta velocidade, trafegando em atitude suspeita.
Ao identificar a presença dos militares, o motorista saiu em alta velocidade, dando início a uma perseguição policial, momento em que foi possível realizar a abordagem do suspeito.
Durante busca veicular, os militares encontraram, em cima do banco do passageiro, uma carabina com duas munições intactas. O homem afirmou que se tratava de uma arma irregular.
O suspeito relatou que portava mais uma arma de fogo, sendo um revólver, e que estava em baixo do banco do passageiro, com oito munições intactas. Ele apresentou o registro do revólver.
Ainda durante buscas, os policiais encontraram mais 18 munições que estavam guardadas em uma das capas das armas. O suspeito não revelou a origem das armas e nem que faria com elas.
O suspeito, as armas, as munições e o veículo foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa
O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.
Fonte: Ministério Público MT – MT


