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Programa Corregedoria Participativa chega a Cáceres e região na próxima semana

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O Programa Corregedoria Participativa, da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ-MT), chega a região Oeste de Mato Grosso aproximando o Poder Judiciário do Estado da sociedade civil e dos seus jurisdicionados. A equipe da CGJ visitará as unidades judiciais das comarcas de Mirassol D’Oeste e Porto Esperidião nos dias 14 e 15 respectivamente, e Cáceres entre os dias 16 e 18 de agosto.
 
O principal objetivo do Programa Corregedoria Participativa é estreitar os laços entre o Poder Judiciário e a comunidade, promovendo a transparência e a participação cidadã nas atividades judiciais. A iniciativa visa garantir uma Justiça mais acessível e eficiente, observando a realidade e demandas de cada comarca.
 
Durante a visita às comarcas, os juízes-auxiliares Christiane da Costa Marques Neves e Emerson Cajango, acompanharão o corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, em reuniões com os prefeitos, promotores, defensores e em outras agendas institucionais.
 
“Esse Programa é um momento de dividirmos conhecimento e identificarmos as dificuldades, os desafios e bons exemplos espalhados pelas nossas comarcas. Só quem vive o dia a dia sabe o que podemos fazer para melhor atender os nossos jurisdicionados, aqueles estão na ponta e necessitam dos nossos serviços. Então, faço um convite para que a sociedade participe e contribua diretamente na construção de um Poder Judiciário cada vez melhor”, disse o corregedor.
 
Durante a visita a estas comarcas, de forma paralela, a equipe do juiz-auxiliar Emerson Cajango, realizará as correições nas unidades judiciais. “Já passamos por mais de 20 comarcas fazendo esse trabalho de correição nas unidades judiciais. In loco colhemos ideias, compartilhamos conhecimento e identificamos boas práticas que poderão ser disseminadas em outras comarcas”, declarou o juiz-auxiliar.
 
Agenda extra – Entre os dias 14 e 19 de agosto, por determinação da CGJ, as 79 comarcas de Mato Grosso realizam audiências de conciliação dentro do programa Mutirão Pai Presente, que visa o reconhecimento voluntário da paternidade, reduzindo o número de crianças sem o nome do pai na certidão de nascimento.
 
No Estado, o Pai Presente é uma ação desenvolvida ao longo de todo o ano. Entretanto, no mês de agosto há uma concentração de audiências em que é possível a solicitação de exames gratuitos de DNA. Os juízes coordenadores do Cejusc em parceria com a diretoria do Foro de cada Comarca, de forma independente, organizaram a atividade.
 
Aproveitando que o Programa Corregedoria Participativa estará em Cáceres, o corregedor-geral da Justiça participará, na tarde de quinta-feira (17), da ação na comarca. que tem como objetivo estimular o reconhecimento voluntário da paternidade, reduzindo o número de crianças sem o nome do pai na certidão de nascimento.
 
Conheça a programação desta edição:
 
 
 
Segunda-feira (14/08) – Mirassol D’Oeste
 
 
8h30 – Foto Oficial em frente ao Fórum
 
11h – SINDOJUS
 
14h – Reunião com Prefeito Municipal
 
15h – Reunião com MP
 
16h – Reunião da Defensoria Pública
 
17h – Reunião 7ª Subseção da OAB
 
 
 
Terça-feira (15/08) – Porto Esperidião
 
 
8h30 – Foto Oficial em frente ao Fórum
 
11h – Reunião com Prefeito Municipal
 
14h – Reunião com Ministério Público
 
 
 
Quarta-feira (16/08) – Cáceres
 
 
8h30 – Foto Oficial em frente ao Fórum
 
11h – SINDOJUS
 
14h – Reunião com Prefeita Municipal
 
15h- Reunião Defensoria Pública
 
16h – Reunião com Ministério Público
 
17h – Reunião na 3ª Subseção da OAB
 
 
 
Quinta-feira (17/08) – Cáceres
 
Manhã – Visitas institucionais
 
Tarde – Mutirão Pai Presente
 
 
 
Sexta-feira (18/08) – Cáceres
 
 
Continuação dos trabalhos correicionais
 
 
 
O quê? Corregedoria Participativa
 
Quando? de 14 a 18 de agosto
 
Onde? Mirassol D’Oeste, Porto Esperidião e Cáceres
 
Contato: Alcione dos Anjos (65) 98401-2515
 
 
Gabriele Schimanoski
Assessoria de Comunicação da CGJ-MT 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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