MATO GROSSO
Projeto Castramóvel entra na 2ª fase e amplia castrações em Cuiabá e VG
MATO GROSSO
Com recursos viabilizados pelo Banco de Projetos e Entidades do Ministério Público de Mato Grosso (Bapre), o Projeto Castramóvel entra em sua segunda etapa, ampliando o atendimento aos gatos em situação de vulnerabilidade em Cuiabá e Várzea Grande.
Nesta nova fase, o projeto contempla animais de colônias errantes, ONGs, protetores independentes e cuidadores cadastrados. Animais com tutores fixos não estão incluídos nesta etapa. A iniciativa, que conta com o apoio da 15ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa do Meio Ambiente Natural.
“Trata-se de um avanço substancial na promoção do bem-estar animal. Com o suporte dos recursos disponibilizados pelo Banco de Projetos e Entidades (BAPRE), foi possível ampliar o controle populacional de animais errantes e comunitários,” destacou a promotora de Justiça, Ana Luíza Avila Peterlini.
A execução do projeto é feita em parceria com a Associação Luta e União de Amigos para Animais em Risco (Lunaar) e a Associação Mato-grossense Voz Animal (AVA), com apoio técnico da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Segundo Susielene Rodrigues Monteiro, presidente da Lunaar, os atendimentos vão além do entorno da UFMT. “Estamos alcançando colônias localizadas em diversos bairros de Cuiabá e também em Várzea Grande, além de atender ONGs e cuidadores devidamente identificados”, destaca.
Com o encerramento do primeiro ciclo em dezembro de 2024, um novo projeto foi protocolado para garantir a continuidade da iniciativa. Até o momento, mais de 160 animais já foram castrados, e a expectativa é atingir o número de 540 procedimentos realizados em um período de 10 semanas.
Após a castração, os animais recebem identificação para controle e monitoramento e devolvidos na sua colônia.
Fonte: Ministério Público MT – MT
MATO GROSSO
Deficiência invisível: psicóloga do TJMT relata vivência com visão monocular
Segundo ela, uma das maiores dificuldades enfrentadas por pessoas com visão monocular é justamente a falta de compreensão da sociedade sobre uma deficiência que nem sempre possui características físicas aparentes. “Se eu não falar que sou uma pessoa com deficiência, ninguém percebe. Muitas vezes, a dificuldade da visão monocular é exatamente essa, as pessoas não acreditarem que você realmente tem uma deficiência”, afirma.
Para a psicóloga, inclusão vai além de adaptações estruturais e envolve, principalmente, acolhimento e reconhecimento da individualidade de cada pessoa. “Inclusão não é só colocar uma rampa ou um adesivo na escada. É olhar para a pessoa e mostrar que ela é importante, que ela tem sentimentos e que merece ser acolhida”, ressalta.
Pesquisa sobre acessibilidadeAutor: Emily Magalhães
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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