MATO GROSSO
Projeto Verde Novo leva conscientização ambiental para alunos de escola municipal de Cuiabá
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O meio ambiente ecologicamente equilibrado é direito de todos, conforme previsão constitucional. Porém, é dever do Poder Público e da coletividade a sua defesa e preservação. Daí decorre a primeira diretriz do Projeto Verde Novo, do Poder Judiciário, que leva conscientização ambiental a toda comunidade, a começar pelas crianças. Nesta sexta-feira (29 de setembro) foi a vez dos alunos do 6º Ano, da Escola Municipal Celina Fialho Bezerra, do bairro Altos da Serra I, em Cuiabá, receberem o projeto.
Os estudantes também participaram de uma oficina de plantio de mudas no terreno da escola e do jogo ecológico rebojando, em que as crianças aprendem brincando. “Eu participei da palestra, aprendi sobre a importância das árvores para nosso ambiente e ecossistema. Também plantamos algumas árvores para a geração futura ter mais sombras para amenizar o efeito estufa. E com a árvore podemos ter sombra, descansar e brincar. Achei interessante o jogo rebojando que fez várias perguntas sobre ecossistema, sobre o pantanal, achei bem legal”, afirmou o estudante do 6º Ano A, Vitor Hugo Andrade, de 12 anos.
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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida
A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.
Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.
Fonte: Ministério Público MT – MT



