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ReciclaJUD – Edição Sede entra na reta final com arrecadações até 5 de dezembro

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O ReciclaJUD – Edição Sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) entra agora em sua reta final, com as arrecadações sendo recebidas até o dia 5 de dezembro. A iniciativa do Núcleo de Sustentabilidade do Poder Judiciário, em alinhamento à Agenda 2030 da ONU, reforça práticas simples que podem ser incorporadas tanto no ambiente de trabalho quanto na rotina em casa. Esta edição conta com o apoio da Coordenadoria de Gestão de Pessoas (CGP).

Todo o material coletado será destinado à Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Mato Grosso (Asmats), garantindo que o engajamento de cada unidade se transforme em apoio direto às famílias de catadores.

A pesagem será realizada na Central de Resíduos do TJMT, sempre das 8h às 12h. É preciso lembrar da necessidade de preenchimento do formulário eletrônico (forms). Sem o lançamento dos dados

no formulário eletrônico:

(https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=EWkIRpWxLE-2ygeUPA4ayj6WcsIL7aZHpGeofVwQEbZUMk01NURGVkUxQkxDV0tEOVZVMTIwQzhUWSQlQCN0PWcu&route=shorturl), o material NÃO será computado no ranking final.

No formulário “ReciclaJud – Edição Sede TJMT – Preencher o formulário”, a unidade deve fazer os seguintes procedimentos: preencher as informações da pesagem; informar categoria e quantidade de cada material; anexar o Termo de Entrega original; conferir a identificação da unidade e da força de trabalho (FTT).

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Depois de enviado, o Núcleo de Sustentabilidade realiza a validação e contabiliza os pontos.

Além de incentivar práticas sustentáveis, o ReciclaJUD contribui diretamente para o Índice de Desempenho da Sustentabilidade (IDS), reafirmando o compromisso institucional com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente os ODS 11, 12 e 13.

Conforme o Edital nº 02/2025, as três unidades que alcançarem o maior volume de materiais arrecadados receberão os troféus Ouro, Prata e Bronze, além de um brinde surpresa, em reconhecimento ao empenho coletivo. A premiação será entregue durante o evento de Natal do TJMT.

Autor: Patrícia Neves

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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