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Reunião ampliada no TRE-MT discute metas do Judiciário para 2026

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A Justiça Eleitoral em Mato Grosso promoveu nesta quinta-feira (17), às 9h, reunião ampliada e virtual, por meio da plataforma Zoom, por uma gestão participativa na construção das “Metas do Poder Judiciário para 2026”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O encontro reuniu 266 participantes, entre servidores e magistrados, incluindo a presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), desembargadora Serly Marcondes Alves.  

Ela abriu o encontro reforçando a importância de uma escuta ativa na construção de um sentimento de pertencimento de todos que atuam na Justiça Eleitoral. “Temos que desenvolver essa metodologia, aprender a pertencer. Nossa intenção é ouvir e compreender o que é necessário para desenvolver nossa identidade. Que possamos mostrar à sociedade o valor do nosso trabalho e nosso compromisso com a excelência”, defendeu. 

Durante o encontro virtual foi feita uma contextualização sobre as Metas Nacionais do Poder Judiciário, de que elas representam o compromisso dos tribunais brasileiros com o aperfeiçoamento da prestação jurisdicional, buscando proporcionar à sociedade serviço mais célere, com maior eficiência e qualidade. A Resolução nº. 221/2016 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) instituiu os princípios da gestão participativa e democrática na elaboração as metas nacionais do Poder Judiciário, que permite a expressão de opiniões plurais para o aperfeiçoamento da Justiça Brasileira. 

Também foi feita uma linha do tempo mostrando etapas conduzidas pelo CNJ que começaram em maio deste ano, com a primeira reunião preparatória para as metas de 2026, passando pela apresentação da proposta inicial (junho), consulta pública entre os dias 12 e 27 de junho e a elaboração do relatório nacional. A etapa atual em nível estadual é a consolidação das propostas colhidas e que poderão ser levadas para a reunião preparatória em 20 de agosto. Em dezembro será o encontro nacional com a premiação do CNJ e ainda a definição final das metas para 2026.  

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Entre as contribuições recebidas pelo TRE-MT, figuram: 

META 1 – Considerando os resultados atingidos em 2024 na Meta Nacional nº 1 e que esta permanece vigente em 2025, em sua opinião, essa meta será relevante para a Justiça Eleitoral em 2026? 

84% responderam “Sim”, indicando que consideram a meta relevante; 

16% responderam “Não”. 

META 2 – Tendo em vista os resultados produzidos em 2024 e a permanência da meta em 2025, em sua (na sua) opinião, essa meta será relevante para a Justiça Eleitoral em 2026? 

95% responderam “Sim”, indicando que consideram a meta relevante para 2026; 

5% responderam “Não”. 

  

META 4 – Diante dos resultados alcançados em 2024 e sua manutenção da meta em 2025, você entende que essa meta será relevante para a Justiça Eleitoral em 2026? 

95% responderam “Sim”, indicando que consideram a meta relevante para 2026; 

5% responderam “Não” 

  

META 9 – Considerando o resultado da meta em 2024 e que ela foi mantida para 2025, você considera que essa meta será relevante para a Justiça Eleitoral em 2026? 

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66% responderam “Sim”  

34% responderam “Não” 

  

Entre as sugestões colhidas pela Justiça Eleitoral em Mato Grosso, estão: 

  

  • Revisão das metas 1 e 2 para os TREs, especialmente quando o ano inicia com baixo estoque processual. 
  • Aumento do número de servidores efetivos. 
  • Avaliação da estrutura das unidades frente à demanda, analisando se ela é suficiente e como afeta a qualidade das entregas. 
  • Fortalecimento da Justiça Eleitoral, por meio da valorização da estrutura de servidores. 
  • Instituição de outra meta no lugar da meta de inovação. 
  • Proposta de otimização dos processos administrativos e de governança. 

  

A ideia da Gestão Participativa é colher percepções e opiniões dos participantes sobre prioridades, desafios e estratégias a serem consideradas no planejamento das metas, considerando princípios como transparência, pluralidade de opiniões e eficiência. 

Jornalista Anderson Pinho 

#PraTodosVerem – A imagem mostra um notebook sobre uma mesa escura, ao lado de uma caneca preta e uma pilha de livros. Na tela do computador, está ocorrendo uma videoconferência. A tela mostra a desembargadora Serly Marcondes Alves, presidente do TRE-MT, trajando blusa verde, sentada diante de uma parede clara com uma planta ao fundo. A interface da videoconferência indica que há outros participantes conectados na parte superior da tela. 

Fonte: TRE – MT

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Único autor de feminicídio ocorrido em MT que estava foragido é preso no Estado da Bahia

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O único autor de feminicídio ocorrido em Mato Grosso que encontrava-se foragido, foi preso na tarde desta sexta-feira (12.6), na cidade de Feira de Santana, no Estado da Bahia. O crime ocorreu no ano de 2025 no município de Sinop.

O foragido, de 33 anos, estava com o mandado de prisão preventiva decretado pelo juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Sinop.

O suspeito foi preso no bairro Acácia, no município de Feira de Santana, durante ação da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher, da Polícia Civil do Estado da Bahia.

A prisão é resultado do trabalho integrado entre a Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Coordenadoria de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, da Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado, da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Sinop, e com apoio do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero Contra a Mulher.

O feminicídio

Adriana Costa da Silva, de 33 anos, foi assassinada na manhã do dia 22 de maio de 2025, em sua residência no bairro Jardim Ipiranga, município de Sinop.

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A vítima foi morta depois de ser atingida por objeto contundente (golpes de pauladas). Adriana foi encontrada caída na sala da casa e com sinais de espancamento na cabeça.

Após o crime o autor fugiu.

Fonte: Governo MT – MT

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