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Revista sobre trabalhos realizados em escolas do campo e quilombolas já está disponível no site da Seduc-MT

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Com o intuito de valorizar a produção de conhecimento e garantir uma educação que abranja as especificidades das escolas estaduais do campo e quilombolas, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), por meio da Secretaria Adjunta de Gestão Educacional (SAGE) e da Superintendência de Diversidades Educacionais (Sudi), lançou a 2ª edição da Revista Científica Digital Campoqui. 

Editada com artigos científicos produzidos por profissionais da Rede Estadual de Educação, a Revista Campoqui complementa a pesquisa e a ciência na Educação Pública de Mato Grosso.

A primeira edição foi lançada no primeiro semestre de 2022 e apresentou artigos e relatos de experiências exitosas desenvolvidas nas escolas do campo e quilombolas.

Nesta segunda edição, já disponível para download no site da Seduc-MT, os destaques são para o “Projeto Horta” e “Projeto Educação e Sustentabilidade”. Em ambos os textos, o foco está na implementação e valorização da agricultura familiar, o empreendedorismo, a vivência, o contato com os recursos naturais e postura responsável diante do meio ambiente.

Para a superintendente de Diversidades Educacionais, Lucia dos Santos, a Revista Campoqui é um elemento propulsor para os profissionais da educação. “A publicação contribui com a superação dos estigmas relacionados a esses contextos, além de promover a pluralidade das comunidades envolvidas, por meio de contribuições técnicas”.

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Clique AQUI e acesse a Revista Digital Campoqui.

Fonte: GOV MT

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Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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